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Chega. Basta. O ministro da Educação José Sócrates não tem remédio. Tomou os professores de ponta, e tem a guarida, como teria outro qualquer, dos políticos e dos técnicos que vivem na órbita do ministério da Educação e que têm horror às salas de aula e ao ensino. Este chefe de governo impede o que quer que seja que proporcione um outro clima que possibilite a recuperação da escola pública.
Dá ideia que José Sócrates tem a rosa na mão; vá lá saber-se porquê. Há quem diga que a volúpia do poder é o cimento que une nos grandes partidos; lá sabem do que falam. Há uma certeza que é, para os que conhecem bem este problema, uma coisa já antiga: os professores foram os escolhidos e são usados como "carne para canhão". É disto que fala quem diz que este primeiro-ministro está a arruinar a escola pública.
ResponderEliminarESTAMOS FARTOS! Não há pachorra para esta gentinha.
É cansativo mas estamos de pé. A FNE ter recuado no acordo é um sinal dos novos tempos como diz o Paulo. Se fosse há uns cinco anos...
ResponderEliminarVisto de outro ângulo: a força dos professores.
ResponderEliminarAcredito perfeitamente que seja isso mesmo, Paulo.
ResponderEliminarOs professores foram escolhidos para sacrificar.
Viva.
ResponderEliminarVou a caminho.
Bom ano.
Abraço.
Este António é igual ao outro...
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