"Não lhe pude valer com as minhas palavras, e, desgraçadamente, só tinha palavras para lhe dar. Tudo quanto disse soava a falso. E o cancro que a roía era verdadeiro. Que pobres nós somos em certas horas! Horas malditas, em que a nossa própria vida confiada é uma afronta às vidas já sem esperança."
Miguel Torga, Diário XV (1990:13)
É incrível como "em certas horas" parece que Miguel Torga sabe o que sentimos e conversa connosco.
ResponderEliminarMas não vou alimentar o cancro. Até porque se espalhou e as metásteses...
Para bariadas aplicaçõns, carago.
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