O espírito SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Pública) está, inevitavelmente, em queda livre. Os sistemas como o SIADAP, mesmo que usem a linguagem sedutora e bem-pensante dos totalitarismos, esbarram na natureza humana e na necessidade de se colocar em lugar cimeiro os direitos humanos; pode é levar algum tempo e ceifar (estou a pesar bem) vidas.
O inferno da medição em que vivemos é um terreno fértil para os descomplexados competitivos que advogam o avanço das organizações assente em duas premissas (que nunca se aplicam aos próprios): exclusão dos inaptos e meritocracia.
É, portanto, natural que a aberração dos salários dos fiscais da EMEl dependerem da quantidade de multas seja considerada perversa e tenha chegado ao fim da linha. É que há modelos em que o faz de conta não funciona.
como o azeite... parabéns...
ResponderEliminarObrigado :)
ResponderEliminarA sério? Pode concretizar?
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