Entrei no Público online e fotografei a primeira página onde Relvas e Passos, numa notícia que é sei lá o quê, nos colocam ainda mais à mercê dos gulosos que nos dominam.
Ainda há dias se soube da inconstitucionalidade da proposta intermunicipal de Relvas. Para além de tudo e do desplante de terem colocado esta figura numa área fundamental, foi a ideia de se criar mais um "patamar" quando a parte da administração pública não dependente dos aparelhos partidários sofre cortes a eito. Como se pode ler na imagem, as tentativas de atropelo à constituição são diárias.
E ainda temos Gaspar a denunciar o mau acordo do primeiro memorando. Não devem ter usado o Excel e Gaspar não aprecia a ideia.
A 1 de Junho, por toda a Europa, vamos rejeitar a troika e todas as políticas de austeridade sobre as pessoas. Os nossos impostos dão e sobram para pagar o 'Estado Social'. Os banqueiros e a troika que paguem o resgate dos bancos!
ResponderEliminarVergonha!!!
ResponderEliminarO Mundo fica a saber a estirpe dos nossos governantes, Cavaco incluído. Isto é o que vem a público.
Aproveitavam e investigavam a fundo o figurão do Cavaco.
"O movimento Que se Lixe a Troika! escolheu a sede do FMI em Lisboa para fazer um balanço da mobilização europeia para as manifestações do próximo sábado. Até à data já se juntaram ao protesto mais de cem cidades em 12 países da Europa, anunciaram os membros do movimento em conferência de imprensa.
ResponderEliminarSob o lema “Povos Unidos contra a Troika”, os movimentos cívicos pela Europa convocam os cidadãos europeus a protestar, a uma só voz, “contra a receita da austeridade e a favor de que sejam os povos a decidirem as suas vidas”, pode ler-se no comunicado enviado ao PÚBLICO.
Contra a “desordem económica e o colapso social”, Portugal, Espanha, Grécia, Itália, Inglaterra, Irlanda, Alemanha, França, Áustria, Holanda, Suíça e Croácia juntam-se num protesto que pretende alertar para “o retrocesso civilizacional imposto pela troika.”
Em Portugal, 18 cidades já confirmaram que se irão juntar à manifestação. Em Lisboa, que deverá ser o centro dos protestos, o percurso começa em Entrecampos, passa pela delegação do FMI, na Avenida da República, e termina na Alameda.
Várias personalidades internacionais já demonstraram publicamente o seu apoio à manifestação, entre elas o activista e filósofo Noam Chomsky, o realizador inglês Ken Loach, a escritora Susan George e a jornalista Pilar del Río.
Pilar del Río, viúva de Saramago, numa mensagem pública de apoio ao protesto, sublinha que “parecem acreditar os membros da troika que há pessoas que nascem com vocação para sofredoras e por isso cortam e recortam direitos legalmente adquiridos como se de relva se tratasse”. A jornalista vinca ainda que os membros da troika “não têm carta branca dos cidadãos, ainda que os governos se tenham entregado.”
Nuno Ramos de Almeida, do movimento Que Se Lixe a Troika!, disse ao PÚBLICO que espera que esta manifestação possa marcar o “início de uma nova etapa” e que, para isso, é preciso que “muita gente vá para a rua.”
Para o activista, que é também um dos fundadores do Que se Lixe a Troika!, o protesto de 1 de Junho é uma oportunidade para que os povos da Europa se juntem e se manifestem contra as actuais políticas, com “resultados desastrosos para a economia e para as pessoas.”
Ramos de Almeida vê a participação da Alemanha, Áustria e Suíça como um sinal de que, mesmo que os países do Sul tenham sido “os primeiros a levar uma machadada”, há a percepção de que as actuais políticas, que representam “a destruição do modelo social europeu ”, acabarão por chegar aos países do centro, vincou.
Em comunicado, os membros do movimento Que se Lixe a Troika! apelam “a todos os cidadãos e cidadãs, com e sem partido, com e sem emprego, com e sem esperança” para que se juntem ao protesto. "
Olhem-me este Gaspar, uma cabeça pensante a que chamam ministro das finanças, que deve ter tirado o curso com o Relvas. As 7(sete) avaliações com a troika não lhe dizem nada? São seus amigos.
ResponderEliminarRealmente já não há pachorra para aturar estes "meninos".
Ainda dizem mal do Vale Azevedo?
ResponderEliminarDá ideia que promete.
ResponderEliminarCompreende-se a sugestão.
ResponderEliminarÉ mesmo.
ResponderEliminar:) :)
ResponderEliminar"(...) que provocou um efeito sistémico que sublotou as escolas públicas, "duplicou" a despesa e originou as conhecidas injustiças nos profissionais de Educação do concelho."
ResponderEliminarBem-vindo à "República" Portuguesa, Paulo Prudêncio.