quarta-feira, 10 de setembro de 2014

do esmagamento da escola pública

 


 


 


 


Os cortes na escola pública começaram com o Governo do "país de tanga" e não pararam. Durão Barroso deu corpo à agenda de "tudo está mal na escola pública" e uns sociólogos, acompanhados de eduqueses I e II (como é o caso de Crato), perpetraram uma engenharia social que os tornou estrelas financeiras para os ultraliberais onde se incluíram socialistas de terceira via, sociais-democratas desmemoriados ou com passagem oculta pelo BPN e afins e DDT´s. Crato foi mesmo para além da troika comandado pelo Ministério das Finanças.


 


Os professores do ensino não superior são de longe o sector mais devastado (o uso do adjectivo já não choca, veja-se lá) da administração central (eram, grosso modo, 160 mil nas escolas públicas quando Durão Barroso tomou posse e hoje são já cerca de 100 mil) e o encerramento de escolas assumido pelo arco governativo (que foi muito para além do imperativo de modernização da rede escolar) no norte e no interior do país atingiu os milhares e beneficiou da palidez dos cidadãos e, naturalmente, dos respectivos autarcas. 


 


Este fenómeno continuará até que os buracos bancários estejam em modo satisfatório e de forma a que os actores do arco governativo (os tais com o exclusivo da responsabilidade) passem pelos pingos da chuva.


 


 


 


 


Já usei parte deste texto noutro post.


A repetição é um dever.


 


 


 


 


 

3 comentários:

  1. Crato é mentiroso e muito manipulador....

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  2. Paulo o FX apresentou-se hoje na escola onde foi colocado, para grande espanto a escola tem colegas em horário 0 no mesmo grupo e não pediu ninguém do grupo do Fx, isto é de malucos o MEC já inplodiu e não sabíamos. O que lhe vai acontecer?

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  3. Está caótico. Aguardem com a calma possível, se me permitem.

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