A contenda entre o mal e o bem continua sobreaquecida. O bem, e quem o promove, é odiado pelo mal que é persistente e usa disfarces sofisticados. Miguel Real (2011:113), na "Nova teoria do mal", Lisboa, D. Quixote, tem uma passagem interessante, mesmo que algo pessimista:
"(...)O bem corresponde, assim, a tudo o que contribua, num tempo e num espaço civilizacionais, para a perseveração integral da especificidade de um ser, e o mal a tudo o que o impeça, frustre ou destrua. Na tensão entre a preservação e a destruição, só existem equilíbrios provisórios, não permanentes, o mal impera e vence sempre.(...)"
Discordo que seja pessismimo.
ResponderEliminarO pessimismo e otimismo são previsões, estados de alma baseados em intuições. O que está escrito é simplesmente a observação do mundo humano; não é sempre, mas o mal é preponderante.
Percebo, claro. Só pretendia atenuar a ideia de que o mal vence sempre. Nem sempre vence.
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