Repitamos: a história da distribuição da riqueza é política e lê-se em dois clássicos: "Riqueza das Nações" de Adam Smith e "O capital no século XXI" de Thomas Piketti. Mário Centeno tem razão: "“O governador do Banco de Portugal é um actor político da maior relevância”. Ministro das Finanças traça, em entrevista à Visão, o perfil do próximo governador: não precisa de ser um técnico, mas alguém consciente de que o Banco de Portugal tem “uma relação com a sociedade”."
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