Na aprovação do OE2020, o discurso do ministro das finanças incluiu um elenco de elogios a Portugal: somos dos melhores da Europa a lidar com a dívida pública, nas condições para o investimento, para viver, para fazer turismo e por aí fora, e na educação (citou o PISA e não vou agora repetir que o entusiasmo é exagerado). E quando Mário Centeno repetiu que os alunos, e só os alunos, estavam de parabéns, a sua bancada irrompeu em aplausos como não fizera em nenhum dos elogios anteriores. Voltarei a este assunto, mas fica evidente que se esperava um elogio (mesmo que exagerado), no mínimo, à escola pública; a omissão dos professores foi particularmente saudada pela bancada do PS; percebeu-se. É uma tristeza este estado da relação deste partido com os professores do seu país que foram objecto de uma série de medidas inquestionavelmente neoliberais.
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