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António Costa (SICN em 2015): "os professores foram vítimas de uma guerra injusta, que prometo que não se repetirá, decretada num conselho de ministros de que fiz parte em 2006". Afinal, a declaração era marketing político na linha do recente “os professores estão a ser manipulados por notícias falsas”. Não tarda, dirá que as armas da guerra – carreira, avaliação, gestão e burocracia – foram uma operação especial e dará razão à suspeita de que os “marketistas” do Governo fizeram formação avançada no Kremlin.
Resta aos professores fazerem formação avançada em Kiev, tal o tempo interminável de resistência: 17 anos plasmados nos recentes 4 meses. Aliás, também se suspeita que, na plataforma de sindicatos e nos partidos representados no parlamento, há formados no Kremlin.
Em suma, os professores dedicam-se a formas inovadoras de resistir e continuam a rumar, desde 2012, a Bruxelas em busca, tal como Kiev, da integração plena na União Europeia.
É preciso recordar para não se esquecer. 👍
ResponderEliminarNem mais!
ResponderEliminarÓ Elvas, Ó Elvas
ResponderEliminarBruxelas à vista!
Este desgoverno é, em termos gerais, incompetente.
Especialistas em humilharem os professores...pseudodemocratas... aquele Porfírio um cínico, ainda pior do que os Costas...
Não é greve até ao fim do ano, é greve até às próximas eleições.
DEMISSÃO, já.
Não vou cantar o hino..., ainda me matam!
Viva a Ucrânia, Açores e Madeira.
Precisamente.
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