quinta-feira, 9 de março de 2023

Resta aos professores a formação avançada em Kiev

Captura de ecrã 2023-03-08, às 16.55.23.png


António Costa (SICN em 2015): "os professores foram vítimas de uma guerra injusta, que prometo que não se repetirá, decretada num conselho de ministros de que fiz parte em 2006". Afinal, a declaração era marketing político na linha do recente “os professores estão a ser manipulados por notícias falsas”. Não tarda, dirá que as armas da guerra – carreira, avaliação, gestão e burocracia – foram uma operação especial e dará razão à suspeita de que os “marketistas” do Governo fizeram formação avançada no Kremlin.


Resta aos professores fazerem formação avançada em Kiev, tal o tempo interminável de resistência: 17 anos plasmados nos recentes 4 meses. Aliás, também se suspeita que, na plataforma de sindicatos e nos partidos representados no parlamento, há formados no Kremlin.


Em suma, os professores dedicam-se a formas inovadoras de resistir e continuam a rumar, desde 2012, a Bruxelas em busca, tal como Kiev, da integração plena na União Europeia.

4 comentários:

  1. É preciso recordar para não se esquecer. 👍

    ResponderEliminar
  2. Ó Elvas, Ó Elvas
    Bruxelas à vista!
    Este desgoverno é, em termos gerais, incompetente.
    Especialistas em humilharem os professores...pseudodemocratas... aquele Porfírio um cínico, ainda pior do que os Costas...
    Não é greve até ao fim do ano, é greve até às próximas eleições.
    DEMISSÃO, já.
    Não vou cantar o hino..., ainda me matam!
    Viva a Ucrânia, Açores e Madeira.

    ResponderEliminar