Alguém que informe o PS e o PSD que os reformados não recuperam tempo de serviço (já cansa um bocado captar de imediato este marketing político do mainstream que ajudou a provocar a falta estrutural de professores); ou que recuperar tempo depois dos 60 anos de idade tem um efeito residual no valor da reforma (e não saímos disto, com a realidade, e a sua engrenagem diabólica, a continuar a triturar a dignidade dos professores). Por este andar e com o decreto do Governo, milhares de professores só sentirão efeitos do “acelerador” das carreiras na próxima década. Apenas em 2025 é que se atinge metade dos professores abrangidos pela medida que terão, em média, “cerca de 61 anos”. Na proposta do PSD de recuperação total em 5 anos, o efeito será semelhante mas aguardam-se os enésimos estudos. "Também no caso do “acelerador” das carreiras criado este ano, a ANDE estima que o esforço financeiro que acompanha as medidas será sentido “apenas em 2023”. As contas do Estado terão um aumento “pontual” de gastos com salários de “apenas 15 milhões de euros”. A partir do próximo ano, a despesa com vencimentos dos docentes “baixa 25 milhões de euros” e “vai continuar” a diminuir até 2030, atingindo nesse ano uma quebra de 161 milhões de euros. Na base desta estimativa está, mais uma vez, o efeito das aposentações dos docentes, que deixarão a carreira aliviando as contas do Ministério da Educação."
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e que há mais de 30 000 que não recuperam tempo de serviço...
ResponderEliminarMuito mau.
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