"Tolentino de Mendonça partilha Prémio Eduardo Lourenço com a “classe dos professores em crise". O cardeal e poeta falou da “precariedade nas condições de trabalho”, da “complexidade sempre maior dos requisitos burocráticos” e de “uma espécie de solidão social” que afectam tantos professores. Diz-se hoje que são uma classe em crise e que perdeu o prestígio social que lhe estava associada. São preocupantes, em muitas partes do mundo, os indicadores do desgaste, desmotivação e burnout entre os professores. (...)"Numa época de acelerada transformação, como a que vivemos, onde se inauguram tantas possibilidades, mas também tantas incógnitas, como o impacto da inteligência artificial, a omnipresença da tecnologia, a crescente incerteza e vulnerabilidade entre os jovens, precisamos de potenciar o papel dos professores como indispensáveis mediadores culturais e humanos. (...)O professor "não é uma profissão do passado, é uma missão indispensável ao futuro", porque é necessária a existência de "mestres e educadores, não só para encontrar respostas, mas para formular perguntas"."
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sábado, 29 de novembro de 2025
Dos professores como uma classe em crise
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A propósito do teu maravilhoso último texto, junto só esta ideia do Tolentino. Ele tem muitas ideias interessantes sobre educação, escolas e professores. Escolhi esta:
ResponderEliminar"A irrelevância dos professores é um alarme para as sociedades porque, quando o investimento em educação não se realiza, é a qualificação da cidadania que diminui.”
Tenho de acrescentar ainda outra do Tolentino.
ResponderEliminar"A educação é o novo nome da paz e coloca a esperança no mapa do presente e do futuro.”
Nem mais. Já publiquei um pedaço e voltarei amanhã ou depois.
ResponderEliminarSem dúvida.
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