
Bertrand Russel (1993:51)
"O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.

Bertrand Russel (1993:51)
"O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.

Bertrand Russel (1993:51)
"O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.
É recorrente culpar apenas os ultraliberais alemães (sei que é suave, sei que sim) pela austeridade em curso e pelas ideias que devastaram a Europa na segunda guerra. É como se não existissem familiares políticos no resto da Europa e também em Portugal. Bertrand Russel (1993:100) "O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos, via assim os tempos que antecederam a segunda guerra.
O poder nu (Bertrand Russel dá vários exemplos desse poder, mas escolho a "aquiescência" das ovelhas perante o pastor) tem duas fontes principais: o medo e a ambição pessoal.
Quando é que há condições para se estabecer um poder nu? Serão várias, certamente, as condições e os contributos. Mas o credo, ou fanatismo, por parte da maioria é essencial. O aborrecimento, a saturação e o amor pela facilidade dão uma grande ajuda.
Veremos se ainda vamos a tempo de evitar a queda num poder nu. Bertrand Russel dá vários exemplos desse poder, mas escolho a "aquiescência" das ovelhas perante o pastor.
Bertrand Russel (1993:73)
"O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.
A leitura é uma condição essencial para manter um blogue. Há momentos em que um post pode ser apenas um pedaço de uma leitura mais ou menos recente e significar um estado de alma ou fazer uma retrospectiva histórica.
A imagem que escolhi foi retirada de Bertrand Russel (1993:17) "O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.
É interessante analisar, e discutir se for caso disso, alguns excertos da obra de Bertrand Russel (1993) "O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.
Li, em Bertrand Russel, aproximadamente o seguinte: sempre que um grupo não consegue o seu objectivo imediato, projecta a frustração em alguém que classifica como ingénuo; em regra, esse alguém ocupa a posição de seguido-não-controlável que alguns membros do grupo desejam para si e que nunca realizam.
Também é comum classificarem como agenda escondida os silêncios dos seguidos-não-controláveis.
Pelo que se vai confirmando, os últimos Governos é que não estão cá com coisas.