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sexta-feira, 15 de março de 2013

só os alemães? então e os outros?

 


 


 


É recorrente culpar apenas os ultraliberais alemães (sei que é suave, sei que sim) pela austeridade em curso e pelas ideias que devastaram a Europa na segunda guerra. É como se não existissem familiares políticos no resto da Europa e também em Portugal. Bertrand Russel (1993:100) "O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos, via assim os tempos que antecederam a segunda guerra.


 


 


quinta-feira, 14 de março de 2013

da biologia das organizações

 


 


 


 


 


O poder nu (Bertrand Russel dá vários exemplos desse poder, mas escolho a "aquiescência" das ovelhas perante o pastor) tem duas fontes principais: o medo e a ambição pessoal.


 


Quando é que há condições para se estabecer um poder nu? Serão várias, certamente, as condições e os contributos. Mas o credo, ou fanatismo, por parte da maioria é essencial. O aborrecimento, a saturação e o amor pela facilidade dão uma grande ajuda.

segunda-feira, 11 de março de 2013

a tempo?

 


 


 


 


Veremos se ainda vamos a tempo de evitar a queda num poder nu. Bertrand Russel dá vários exemplos desse poder, mas escolho a "aquiescência" das ovelhas perante o pastor.


 


 


 



 


 


 


Bertrand Russel (1993:73)


"O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

líderes e seguidores

 


 


 


 


 


A leitura é uma condição essencial para manter um blogue. Há momentos em que um post pode ser apenas um pedaço de uma leitura mais ou menos recente e significar um estado de alma ou fazer uma retrospectiva histórica.




A imagem que escolhi foi retirada de Bertrand Russel (1993:17) "O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.









quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

excertos

 


 


 


 


É interessante analisar, e discutir se for caso disso, alguns excertos da obra de Bertrand Russel (1993) "O Poder, Uma nova análise social", Lisboa, Fragmentos.





















segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

das ingenuidades e das agendas escondidas

 


 


 


 


 


 


Li, em Bertrand Russel, aproximadamente o seguinte: sempre que um grupo não consegue o seu objectivo imediato, projecta a frustração em alguém que classifica como ingénuo; em regra, esse alguém ocupa a posição de seguido-não-controlável que alguns membros do grupo desejam para si e que nunca realizam.




Também é comum classificarem como agenda escondida os silêncios dos seguidos-não-controláveis.


 


Pelo que se vai confirmando, os últimos Governos é que não estão cá com coisas.