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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Tasca do Cais

 


 



(Hipopótamo da Gorongosa :) como pode verificar aqui. 


Agradeço a correcção ao Vasco Galante,

director de comunicação do parque e editor do blogue linkado) 

 


Nasci virado para o mar e os "meus" rios ligavam-me ao desconforto do lodo, ao perigo dos pântanos e dos crocodilos e a passeios de barco onde se lançavam mangas para que a diversão incluísse as bocas abertas dos agradecidos hipopótamos (deixo uns links no fim do post para que não se pense que me estou a armar em caçador de elefantes ou leões. Sublinho que de pescaria tenho apenas, e por distracção, uma garoupa no currículo. Os relatos dos meus feitos circunscrevem-se a bolas de basquete ou de futebol e não tenho qualquer simpatia pela monarquia).


A competição entre águas, dos rios e dos mares, pendia de vez para o oceano onde as margens nunca eram opressoras apesar da presença, muitas vezes apenas espiritual, dos tubarões. Aprendi a olhar os rios de outro modo com o Tâmega em Chaves e com o Corgo em Vila Real. Ao primeiro, até umas boas horas de natação tenho de agradecer.


Estávamos a passear por Vila Nova de Cerveira e a escolher, no centro histórico, um sítio para jantar. A "Tasca do Cais", mesmo em cima do Rio Minho e com uma esplanada virada para a sua serenidade, é muito aconselhável. Tem um ano de existência e habita um espaço antigo e bem recuperado. Escolhemos uma mesa no 1º andar com vista para o rio e passámos uma horas inesquecíveis.


 



Pode ver aqui um vídeo, no excelente blogue sobre a Gorongosa, com os rios do primeiro parágrafo. Embora o Umbeluzi, o Incomati e o Maputo fossem os que mais frequentei, os que pode ver na fita de 1961 (voz de Fernando Pessa) retratam bem a atmosfera. Não se impressione com as imagens da selva e da savana. Pode crer que o mundo é muito pequeno e que as faunas ditas mais racionais não têm um comportamento que o confirme.


1ª edição em 29 de Abril de 2012.

domingo, 22 de abril de 2012

a imperdível casa antero / pachá

 



 


 


 


Não requer GPS: basta perguntar no centro urbano das Caldas da Rainha pela Casa Antero/Pachá (amplamente premiado em concursos gastronómicos). Não interessa a hora, pois está sempre cheio e se estivesse localizada num qualquer Bairro Alto as filas de espera dariam voltas ao quarteirão.


 


São dois nomes para o mesmo espaço de restauração e com a mesma ementa. O Pachá é o restaurante tradicional.


 


A Casa Antero existe há cerca de 70 anos. Começou como um típica tasca e é hoje um espaço que mantém a traça, mas que evoluiu com muito gosto e qualidade. Pode fazer-se qualquer tipo de refeição, mas aconselho que passe por lá sem pressa e que se deixe conduzir pela excelência das escolhas gastronómicas do proprietário.


 


À saída pode trazer pão quente.


 


Não se vai esquecer da simpatia e do profissionalismo com que foi recebido. No dia da imagem, o bacalhau com verduras, e com uma fatia de presunto, estava também imperdível.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

café central

 


 



 


 


O centro urbano da cidade das Caldas da Rainha tem também o seu Café Central. Está em plena praça da fruta. A sua sobrevivência já passou por fases difíceis. Reabriu em meados da década de noventa do século passado depois de uma profunda remodelação. É um café que sobrevive no descuidado "centro histórico" da cidade. Serve refeições, tem uma esplanada agradável, wireless gratuito, atendimento profissional e simpático, uma bonita decoração e um painel imperdível de Júlio Pomar.


 


 

domingo, 18 de março de 2012

prova dos sentidos

 


 



 


 


Definitivamente, e nem sei se será o ADN, o meu fio do horizonte é o que une o céu e o mar. Mas gosto das cidades. Quanto mais cosmopolitas melhor e se permitirem ver o tal fio desde as suas avenidas, então o Nirvana estará próximo.


 


A cidade onde vivo, as Caldas da Rainha, não é grande, não é à beira-mar - mas o mar está bem à mão - nem cosmopolita e não tem sido cuidada como merecia. Mas recomenda-se. Há tempos, subia da rotunda da Rainha para a praça da fruta e dei, do lado direito, com a "prova dos sentidos" (link do facebook). Bonita decoração porque os olhos também alimentam, serviço que alia o profissionalismo com a simpatia, música audível, wireless gratuito, cozinha portuguesa e internacional de boa qualidade e a bons preços. No dia da imagem, a escolha recaiu numa lasanha com muitos legumes que lhe deu um toque singular e muito agradável.

domingo, 11 de março de 2012

sétima vaga

 


 



 


 


 


A costa portuguesa é recomendável. É tão apelativa que é difícil contrariar o despovoamento do interior. Já noutro dia dei conta da mais bela lagoa da Europa, a de Óbidos, e da lindíssima Foz do Arelho. É rara a semana em que não percorra, umas duas a três vezes, a dezena de quilómetros que une a Foz às Caldas da Rainha. A Avenida do Mar tem umas sete ou oito esplanadas como vista deslumbrante (o INATEL também se recomenda). Escolho quase sempre o Sétima Vaga. Música audível, acesso wireless gratuito, pessoas muito simpáticas e umas boas tostas-mistas acompanhadas, a pedido, claro, de sumo de laranja natural. Nos Domingos de muito bom tempo, e no pico do Verão, o excesso de automóveis perturba a inigualável tranquilidade.

domingo, 4 de março de 2012

a gastronomia e a economia local

 


 



 


Nas Caldas da Rainha a gastronomia é recomendável. Para além do excelente Parque D. Carlos I, do Hospital Termal e do património da zona envolvente, dos Museus, da instalação do ceramista Ferreira da Silva, do Centro Cultural e de Congressos, da inigualável Foz de Arelho, da lagoa de Óbidos (a mais bela da Europa) e da proximidade com Óbidos, S. Martinho do Porto, Peniche, Alcobaça ou Nazaré, a cidade termal oferece cozinha tradicional portuguesa de qualidade.


 


Um amigo convidou-nos para um almoço de arroz de lampreia à minhota. Foi a minha estreia e confesso que vou aguardar pela próxima para estabelecer um veredicto mais fundamentado. Não sabia da existência do restaurante, não conheço os seus proprietários, mas recomendo o "Recanto" (serve cozinha portuguesa de excelência e vale a pena consultar o site indicado).


 


Este post responde também ao desafio lançado pelo Paulo Guinote, que tem o hábito de nos presentear, aos Domingos, com fotos gastronómicas únicas. 


 

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

boas notícias

 


 


 


É bom saber que a economia da cidade onde vivemos é motivo para boas notícias.


 


Exportações são o segredo do novo fôlego da fábrica de cerâmica das Caldas da Rainha


 


"Desde que as Faianças Bordalo Pinheiro foram compradas pelo grupo Visabeira, há dois anos, salvando a histórica empresa de uma falência iminente, as encomendas para o estrangeiro não têm parado de aumentar. O seu director, Vítor Gonçalves, diz que os resultados ainda não são positivos e que é necessário um incremento de mais 50 por cento nas vendas para se sair do vermelho, mas ficaram para trás os tempos conturbados dos salários em atraso e do risco de todo o património de Bordalo Pinheiro se perder.(...)"