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domingo, 13 de abril de 2014

duas semanas (2)

 


 


 


 


 


Ter uma pequena biblioteca em casa (umas 250 dezenas de aquisições - pagas a pronto e sem recurso a qualquer BPN - ao longo de umas três a quatro dezenas de anos) é uma preocupação logística. Encontrar rapidamente o livro que se quer e manter o bom estado do papel é uma tarefa árdua mas gratificante. É daqueles processos em que quando olhamos para trás vemos o resultado da persistência e percebemos o sentido do esforço. Criar um software (since século passado :)) e registar os livros e por aí fora é um bom exemplo: dá muito trabalho, mas tem bons resultados.


 


 



 


 


Desmontar uma biblioteca, limpar e pintar paredes, recuperar estantes e limpar cada um dos livros é obra. Mas, e como sempre, a recta final mistura os sentimentos e reencontra-se com os sentidos da vida.


 



 


 


 


 


 


 

domingo, 29 de setembro de 2013

está, finalmente, explicado o enigma para a prevalência da tortuosidade

 


 


 


 


 


 


 


 


 


Utilizo computadores da Apple desde 1986. Para além do design arrojado, o que mais me seduziu foi o sistema operativo e as aplicações associadas. A génese simples, amigável, intuitiva, descomplicada, poderosa para a organização de sistemas de informação, fiável, sem vírus e por aí fora garantiram a fidelidade. A base de dados Filemaker, por exemplo, tem-me acompanhado como oxigénio profissional.


 


A utilização Apple em Portugal foi sempre minoritária. Foram anos de muita paciência a ouvir os concorrentes da Microsoft: a Apple é informática-para-tótós, as janelas e pastas são cantos de sereia do design, nada de profundo se faz com esse software e por aí fora.


 


Por volta de 1990 testei as dúvidas e concluí: para ligar um computador, clicar no rato e usar teclas até começar a escrever um texto, num Apple fazia 5 operações e num "PC" mais de quarenta. O fenómeno agudizou-se ao longo dos anos e ficava perplexo com a paixão exclusiva do pessoal da Microsoft que nem se atrevia a tocar num Apple


 


E não se julge que esta explicação não influenciou a manutenção da má burocracia que acompanha o sistema escolar na passagem para o digital. A saga do que se pode "fazer-com-um-clique-é-feito-com-10-ou-20", arrastou a cultura organizacional, e os raciocínios subjacentes, para o comprovado "inferno".


 


Bill Gates deu finalmente a explicação que o Ionline registou ontem. A tortuosidade começou cedo e no famoso control+alt+delete. O co-fundador da Microsoft assume o erro. São três teclas em vez de uma. A coisa disseminou-se e foi o que se sabe.


 


 


"Bill Gates admite que que a criação do Ctrl+Alt+Delete, que permitia a efectuar de forma segura o login num sistema Windows, foi um erro.


Numa conferência na Universidade de Harvard, o co-fundador da Microsoft admitiu que esse atalho, que implica pressionar três botões ao mesmo tempo para entrar num sistema operativo e que actualmente é mais usado para aceder aos comandos de reinicialização e de gestão de tarefas, não é prático e que a sua criação “foi um erro”.


Gates atribuiu responsabilidades à IBM e afirmou que poderia ter sido criado apenas um botão se um funcionário daquela marca de computadores não tivesse insistido naquela sequência."









domingo, 8 de setembro de 2013

uma manhã muito bem passada

 


 


 


Apesar das muletas e dos cuidados com a contratura muscular (diagnóstico quase definitivo), não faltei ontem ao convite para falar do processo de ensino em Educação Física que denominei como "modelo tridimensional". Foi uma manhã muito bem passada, acompanhado pela atenção dos meus colegas e do director do CFAE-Oeste. O convite mais agradável é sempre o que é feito por pares.


 


Já lá vão cerca de oito anos que fiz a última intervenção do género para professores de Educação Física. A designação que escolhi até pode ser algo enigmática, mas a intenção foi abordar o processo de ensino, até ao detalhe do controle informacional de cada aula nas diversas metodologias, englobado numa geometria que inclui duas variáveis indissociáveis: a escola como organização e os sistemas de informação. A ideia de geometria variável é simples: a abordagem das variáveis não sai do triângulo e sem essa dimensão abrangente qualquer dos vértices entra em crise, em entropia ou torna-se quase inútil.


 


Apresento alguns dos slides que ilustram um breve resumo.


 


 


 



 


 


Fiz uma abordagem às três dimensões (mais aprofundada, naturalmente, no processo de ensino), cumprindo a ideia inicial: focar cada uma delas sempre em ligação com as outras duas (umas vezes mais com uma, outras vezes mais com outra).


 



 


 


Escolhi as três ideias seguintes para terminar a primeira análise teórica do processo de ensino. 


 



 


Detalhei três metodologias do processo de ensino em EDF: por blocos, por etapas e misto. Apresentei, de forma sucinta, um sub-programa que comecei a construir em 1993 e que explica as opções didácticas a partir dos programas em vigor. Salientei, no slide seguinte, um parágrafo deste subprograma que me parece lapidar.


 



 


Terminei com uma citação de George Steiner.


 


 



 


Apresentei, com se vê na imagem seguinte e de forma sucinta, uma base de dados (FileMaker) que comecei a construir em 1995 e que permite controlar o processo de ensino, também em tempo real, através daquilo que vulgarmente se designa por plano de aula.


 


 


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ainda o Steve

 


 


Steve Jobs batalhou muito dentro da Apple para que o Filemaker fosse a principal base de dados da empresa. Sem esse esforço, e sem essa inigualável capacidade visionária, talvez a aplicação nem tivesse conhecido a década de noventa do século passado. Estamos-lhe gratos também por isso e a comunidade Filemakeriana, de que me orgulho de fazer parte, não pára de o reconhecer.