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terça-feira, 13 de outubro de 2015

em defesa de Cavaco Silva

 


 


 


Cavaco Silva cumpriu a letra e o espírito da constituição. Leu os resultados provisórios, chamou o chefe da força mais votada e mais tarde recebeu, para se informar, o segundo classificado. Como as coligações caducam no acto eleitoral, PSD, CDS, PCP e Verdes vão constituir as suas bancadas parlamentares e Cavaco Silva contará mandatos de deputados. Os "sabonetesPàF e CDU despedem-se dos "marqueteiros" e os eleitores percebem que devem pensar em programas e não na utilidade do voto. É uma vantagem com futuro. Depois de conhecer os resultados definitivos, Cavaco Silva registará os avanços nas diversas mesas negociais e escolherá a maioria estável como não se cansou de sublinhar. Isto é mais complexo do que o habitual? Talvez, mas a "culpa" é dos eleitores, da democracia e da lei. Cavaco Silva terá ainda pensado: não há muro que sempre dure.


 


PS: em legítima defesa: nos 143 posts do Correntes que incluem "Cavaco", este é o único em defesa do ainda PR que terá também considerado, a pedido de Paulo Portas, o CDS como terceiro partido em votos o que dará ao PSD cerca de 27% ou menos (este derradeiro argumento é para sorrirmos um bocado).

sábado, 10 de outubro de 2015

portas, o irrevogável, adivinhou um outro futuro?

 


 


 


Paulo Portas declarou, em 2011 e num debate com Passos Coelho, que se o PS conseguisse mais votos e o PSD somado ao CDS (não havia sequer PàF) mais deputados, seriam os segundos a formar Governo com a possibilidade de Portas ser o primeiro-ministro. Se olhar para imagem que encontrei aqui, até pode ser isso que António Costa lhe está a dizer. Ou seja, o cómico Cavaco Silva tinha tudo estudado e tratou de excluir o PCP e o BE depois da tal reflexão não republicana. Ainda desfalece se tiver de anunciar António Costa como primeiro-ministro.


 


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quinta-feira, 2 de abril de 2015

privatize-se a CNE?

 


 


 


Pensei que o erro informático nas eleições da Madeira fosse uma mentira do 1 de Abril. Afinal, parece que não. Se fosse há uns tempos, apareceria o "Compromisso Portugal", devidamente sponsoriado pelo BES, a exigir a privatização da CNE. Mas, e como o descaramento não paga mesmo impostos, nunca se sabe.

sábado, 7 de março de 2015

somos um país de oportunidades

 


 


 


 


 


Um português chega aos 50 anos sem conseguir pagar o IRS e as contribuições à segurança social porque, e os montantes não permitem equívocos, recebia perto do salário mínimo. Só que essa condição desfavorecida não impediu que poucos anos depois fosse eleito primeiro-ministro. Somos um país de oportunidades, sem dúvida.


 


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