Há pessoas que dedicam a vida de tal maneira a uma tarefa que parece que se esquecem que pode haver mais mundo para além do seu. Carlos Paredes, ao que ouço dizer e pelo que tenho lido, foi uma pessoa assim. Nem sei bem porquê, mas a sua música parece esquecida dos portugueses.
Em apenas 3 minutos, o meu caro leitor, pode regressar ao excelente som do eterno guitarrista.
Basta clicar e ouvir com atenção.
Como poderia esquecer Carlos Parede naquele concerto, largos anos atrás no coliseu do Porto, onde a sua mestria e genialidade se fundia com a mestria e genialidade do contrabaixo de Charlie hadden? pois, eu estava lá, sentadinho na plateia atento a tudo!
ResponderEliminarAbraço
Foi, com toda a certeza, um momento inesquecível. Abraço e obrigado por comentares.
ResponderEliminarBoa Tarde .Caro Senhor Prudêncio.
ResponderEliminarPara respondêr foi um dos artigos que escreveu,nâo sei porquê a razâo mas comparei-o com Heidegger.
sou imigrante no Canada,depois de 42 anos apòs 2 anos na Alemanha.
Sou electrecista industrial,o que me fêz viajar por esse mundo,mesmo em Africa onde estive 2 anos vindo ao Canada todos os 3 mêsses,onde deu o tempo suficiente de vesitar o Louvre,estando na pensâo depois os 57 anos,mas tendo viajàdo nos U.S.A de norte a sul.
Férias,trabalho e vesitàr familia,Carlos Paredes deficil de o esquecêr,ele e a sua musica estou pérto de Montreal que eu adòro nâo tanto como a minha Lisbôa, a Senhora creio que é a Sevéra ele nâo me recordo,mas o Carlos por vêses fàço um duo com Paco Pena e o seu Fabulous Flamenco.A minha ortografia é terrivel é um dos muitos castigos de se ter saido de Portugal.Um abràço Manny
Olá meu caro Manny.
ResponderEliminarPodemos dispensar o senhor e pode tratar-me por Paulo ou por Paulo Prudêncio.
Essa comparação deixa-me muito satisfeito, obrigado.
Reparei que deveria estar pelo Canadá. Em que zona de África é que esteve? O Louvre está um museu espantoso, realmente. Lisboa é uma cidade espantosa, tem tido uns altos e uns baixos, e o que se espera é que volte aos tempos altos.
A sua ortografia é o que é e percebe-se perfeitamente: esteja à vontade.
Receba um grande abraço e continue e passar e a comentar. Responderei sempre.
Olá meu caro Manny.
ResponderEliminarPodemos dispensar o senhor e pode tratar-me por Paulo ou por Paulo Prudêncio.
Essa comparação deixa-me muito satisfeito, obrigado.
Reparei que deveria estar pelo Canadá. Em que zona de África é que esteve? O Louvre está um museu espantoso, realmente. Lisboa é uma cidade espantosa, tem tido uns altos e uns baixos, e o que se espera é que volte aos tempos altos.
A sua ortografia é o que é e percebe-se perfeitamente: esteja à vontade.
Receba um grande abraço e continue e passar e a comentar. Responderei sempre.
Olà Paulo Prudêncio foi nos Camarôes,mas nunca mais volto em Àfrica,tive bastante alegrias mas passei pérto de deixàr a minha vida,com a malària,mas amei as gentes,assim como a minha estadia.
ResponderEliminarNo norte fiz mais a minha esposa um safari fotogràfico excepicional .
Mais os souvenires.Actualmente nos 400 anos da cidade de Québec o museu do Louvre passou uma grande parte das suas òbras à cidade ,em auto 2 hòras mas penso ir em bàrco ou comboio para revêr uma outra vêz.
Li o blog fas-me lembrar um escritor com os seus vérsos que morreu jòvem,direi o seu nome mais tàrde,um abràço Manny
Olá Manny.
ResponderEliminarA minha pergunta tem a ver com o facto de eu ter nascido em Moçambique e por lá ter vivido até aos meus 17 anos. Conheço alguns países africanos mas nunca estive nos Camarões. Os safaris são experiências muito interessantes, realmente. A bem dizer, só fiz um que durou cerca de cinco dias: foi inesquecível. O Louvre é um mundo: impressionante. Depois das últimas obras de renovação do museu, ficou ainda mais apelativo.
A última frase deixou-me curioso, naturalmente,
Abraço e obrigado por passar e por comentar.
Bom Dia Paulo.Os Camarôes passam presentemente uma fase perigosa ,nâo sâo como a Tanzania,nem como éram antes o Quénia.
ResponderEliminarMoçambique està consideràdo um pais tranquilo,mas nâo se pòde sair de noite.Ok Québec festeja no mês de Julho 400 anos de fundaçâo,Sarco e o Louvre empréstam uma grande maioria das suas òbras.
Nòs partimos amanhâ nâo sabêmos se tomamos o barco Ou o comboio?Paul Mc Cartney vem como o Wood Allen tocar no festival de jazz de montreal,todos os anos é tôda uma fésta.
Joâo Gilberto e Tom Jardim tòcam durante dois minutos mais ou mênos o Bossa Nova no Bloge um acre de verde,quando regresàr de Québec amostro as fotos,vai uma de tempos em tempos para nâo encher o blog.Um abràço.Manny
Olá Manny. Já estive na Tanzania e no Quénia mas nunca nos Camarões: sei que se vive, por lá, em tempos difíceis e conturbados.
ResponderEliminarEm Moçambique já se pode sair, com cuidado, é certo, à noite. Québec já festeja 400 anos? Não imaginava. Belos festejos, já se está a ver.
Bela música, sem dúvida. Fico a aguardar essas fotos que publicarei por aqui com todo o gosto.
Abraço e obrigado.