Tudo indica que não haverá acordo, embora se saiba e se perceba que a FNE (uma das centrais sindicais, a do bloco central, digamos assim) se prepara(va?) para assinar um acordo que poderia ditar o seu fim junto da maioria dos professores. Se isso vier a acontecer, é, no mínimo, uma valente machadada na plataforma sindical.
É evidente que era preferível um clima de paz e a assinatura de um acordo entre o governo e os sindicatos. Mas como a proposta do governo é inaceitável, não se compreende como é que nessas condições alguém se atreva a assinara o que quer que seja. A não ser que haja sindicatos que colocam outros interesses à frente da defesa da escola pública e dos professores que nela trabalham.
Será hoje que o "período de graça" da ministra Isabel Alçada chega ao fim?
"O "período de graça" da nova responsável pela pasta da Educação, Isabel Alçada, pode chegar hoje ao fim. Resta saber o que significa o profundo silêncio com que, até ontem à noite, o ministério respondeu às contrapropostas avançadas pelas duas grandes organizações sindicais de professores, deixando-as sem a mais leve indicação sobre se hoje, o último dia para as negociações sobre a estrutura da carreira e a avaliação dos docentes, tenciona ceder nalgum ponto. Caso tal não suceda, voltarão as manifestações de rua, avisam os coordenadores dos chamados "movimentos independentes de professores".(...)"
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