quarta-feira, 27 de outubro de 2010

falhei

 


 


 


Está mau para previsões. Há dias escrevi assim: "o primeiro-ministro domina a manipulação mediática. É essa a forma de se colocar no centro da política. Tenho ideia que se entrar por cá o FMI o ainda chefe do governo será imediatamente nomeado agente do Fundo Monetário Internacional para Portugal".


 


Afinal sobrou para António Borges, o guru do subpraime discretamente desaparecido quando emergiu a hecatombe que contou com os inestimáveis préstimos da sua Goldman Sachs. Só que este prémio tem uma dimensão europeia. Levantam-se de imediato duas questões: sentar-se-á junto a Bruxelas? Será para garantir que tudo será como dantes?

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