Não me candidatei a qualquer menção de excelente e nem sequer exerço qualquer cargo neste modelo de avaliação de professores. Faço o melhor que sou capaz como professor e observo o sistema escolar com muita atenção e há muitos anos. Tenho orgulho em ser professor em Portugal. Escrevo-o de forma desprendida e com franqueza: os professores portugueses não merecem uma falta de palavra em relação ao modelo desmiolado de avaliação.
Nada me espanta já. Com secretários de estado "eduqueses"...
ResponderEliminarEntão votaram a suspensão e agora que podem acabar com ele, já não querem?
Estou mesmo a ver que nem a "frota" das DRE vai mudar!
Bolas! Também não foi desta que me saiu o euromilhões. Vou ter de continuar a trabalhar ligada a este ministeriozinho!
Cambalhota assim é demais!
ResponderEliminarE como pudeste iludir-te, Paulo? Este governo, como o anterior, pertence à galáxia neoliberal: são incapazes de sequer conceptualizar uma organização do trabalho que não seja definida por 'objectivos', operada por 'recursos humanos' e sujeita a formas de 'avaliação quantitativa'. Mais reformulação, menos reformulação, o modelo radicará sempre numa filosofia neo-taylorista. É da natureza da besta.
ResponderEliminarViva José Luiz. Foi apenas como já escrevi: acreditei na palavra dada em relação à suspensão deste modelo de avaliação e mais nada. De resto, subscrevo-te.
ResponderEliminarAquele abraço.
Força aí Isabel e Eduardo.
ResponderEliminarDesculpem. Este governo não suspende a avaliação? Eu acreditei em pessoas diferentes com algum discurso coerente. Só podemos ser nós Professores a não perceber o discurso. De outra forma FOMOS ENGANADOS! Peço que me esclareçam.
ResponderEliminarLembras-te de eu aqui no teu blog ter escrito:
ResponderEliminar"Será o Professor Nuno Crato capaz de repor o acreditar nas instituições e nas pessoas? Será que sabe MESMO em que estado estão as escolas deste país? Espero que sim."
Já sei as respostas. :(
Nem sei que te diga Júlio. Aguardemos.
ResponderEliminarEnfim, não é? Força aí.
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