quarta-feira, 10 de outubro de 2012

do 20 ao 42

 


 


 


 


 


Luhmann considerava que “(...)esta redefinição de termos e relações implica uma viragem radical relativamente ao pensamento político europeu dominante e tem, como última consequência, o abandono definitivo do modelo organicista – de uma relação parte-todo, em que a posição central estava sempre reservada ao indivíduo.(...).


 


Na sua opinião, o homem perde a posição de centralidade no organismo social e é remetido para o exterior, passando a fazer parte do meio ambiente do sistema. Torna-se uma causa para o aparecimento de problemas constantes e de complexidades crescentes.


 


 


 


Luhmann, N. (2001:14).


A improbabilidade da comunicação.


Lisboa. Vega, Passagens.

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