Sondagem do dia. PSD em queda livre e Paulo Portas em alta,
o que não deixa de ser sei lá o quê.
Se nas eleições que derrotaram Sócrates desejei muito esse resultado, embora deixasse claro que não votaria nos partidos da direita, por motivos da mesma gravidade já só espero pela derrota desta AD.
Esta minha posição não é nada de especial.
Surpreendem-me os que tanto batalharam pela derrota do socratismo e que agora escondem a argumentação usada para manterem esta governação à direita do errático FMI. Não devia valer tanta falta de lealdade à democracia.
Como é possível o submarino não se ter afundado de vez? Ele há cada uma! Já foi "amigo" dos veteranos de guerra, dos pescadores, dos reformados e dos agricultores. E agora vai ser amigo de quem? Dos professores? Ele que experimente....
ResponderEliminarE depois ainda há quem diga que já ninguém acredita neste Governo'!
ResponderEliminarFala-se em assalto fiscal, em bomba atómica fiscal, em ataque de napalm e os partidos do Governo conseguem, nesta sondagem, um melhor resultado do que o PS!!!
Parece-me claro que ainda há (e não são assim tão poucos, como muita gente pensa!) quem veja neste Governo o bombeiro e não o incendiário...
Também foi amigo dos professores de EVT e do par pedagógico, veja-lá :)
ResponderEliminarPedro: oxalá fossem os bombeiros. Bem precisávamos de Governo. Não me parece bom sinal esta dupla dependência do CDS, depois de tudo o que se tem passado. Espero que o arrependimento do país não chegue tarde.
ResponderEliminarEsta sondagem traduz apenas a dramática falta de alternativa credível que muitos vêem nas actuais lideranças partidárias, ou seja, o descrédito e o desespero assumem tal dimensão para muitos portugueses, que permitem qualquer político no activo passar de besta a bestial ou de bestial a besta enquanto o diabo esfrega um olho.
ResponderEliminarNão há aqui mérito de ninguém. Há, sim, um demérito generalizado e gritante, mais ou menos sentido consoante a proximidade dos inquiridos aos focos de incêndio que vão sendo ateados.
A situação faz pensar na alegoria do náufrago que, na ânsia de se salvar, se agarra a um enorme crocodilo convencido que se trata de uma rocha.
Concordo Ana.
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