O DN online terá desactivado um link que tinha como título "Só há 18 escolas privadas a mais de 15 km das públicas" (a notícia terá sido publicada por volta de 21 de Janeiro de 2011).
Um leitor identificado, enviou-me um email com o suposto (dito assim, pelo óbvio) conteúdo da notícia e com pedido de publicação (adenda: entretanto, e às 21h32, a Ana Sousa comentou no sentido do link estar activo. Tinha testado mais do que um vez e estava inactivo na referência indicada. Confirma-se a sua activação e nem sei o que é que aconteceu).
"Só há 18 escolas privadas a mais de 15 km das públicas"
por Ana Bela Ferreira, Bruno Abreu, Elisabete Silva e Patrícia Jesus
"Dos 94 colégios ... , 20 têm uma alternativa do Estado do mesmo grau de ensino a menos de 1 km.
Só 18 escolas privadas, das 94 com contrato de associação com o Estado, ficam a mais de 15 quilómetros de uma pública com o mesmo grau de ensino. O levantamento feito pelo DN, recorrendo às listas de escolas públicas e privadas fornecidas pelo Ministério da Educação e à aplicação Google Maps para medir distâncias, mostram também que cerca de 20 estabelecimentos privados ficam até a menos de um quilómetro dos seus equivalentes no público.
Ou seja, estas instituições - que protestam contra os cortes do financiamento público alegando a falta de alternativas estatais nas suas regiões - ficam afinal perto de muitas escolas públicas. Apenas menos de 20 surgem como a única alternativa num raio de 15 quilómetros no mesmo concelho.
É em Lamego, Viseu, que fica a privada mais isolada do País - a escola básica e secundária mais perto fica a... 25 quilómetros. Já em Vila Praia de Âncora, Caminha, são apenas sete os metros que separam a Cooperativa de Ensino ANCORENSIS da Escola Básica do Vale do Âncora.
José Canavarro, ex-secretário de Estado da Educação, admite que "é preciso repensar a rede", criada há 30 anos quando a oferta pública era insuficiente e o Estado delegou no sector privado, através de contratos de associação, a educação das crianças dessas regiões. E lembra que, em alguns casos, mesmo existindo escolas públicas, estas possam não ter vagas para acolher mais alunos.
Estes colégios prestam "um serviço ao Estado", pelo que têm de ser "bem" tratados, defende o professor universitário. O que, critica, não tem sido feito pela tutela no processo de cortes dos financiamentos. "Há que dar tempo às escolas para se reconverterem em privadas ou encontrar outras soluções caso a caso", sugere."
Ah, tiraram......
ResponderEliminarDN está para o governo, como A Bola está para o Benfica. A Bola é o jornal do Benfica e o DN é o jornal do governo.
Não será engano, Paulo? Segui o link e dei logo com o artigo completo.
ResponderEliminarEi-lo:
«Só há 18 escolas privadas a mais de 15 km das públicas
por ANA BELA FERREIRA, BRUNO ABREU, ELISABETE SILVA, PATRÍCIA JESUS
28 janeiro 2011
Dos 94 colégios com cortes nos apoios, 20 têm uma alternativa do Estado do mesmo grau de ensino a menos de 1 km.
Só 18 escolas privadas, das 94 com contrato de associação com o Estado, ficam a mais de 15 quilómetros de uma pública com o mesmo grau de ensino. O levantamento feito pelo DN, recorrendo às listas de escolas públicas e privadas fornecidas pelo Ministério da Educação e à aplicação Google Maps para medir distâncias, mostram também que cerca de 20 estabelecimentos privados ficam até a menos de um quilómetro dos seus equivalentes no público.
Ou seja, estas instituições - que protestam contra os cortes do financiamento público alegando a falta de alternativas estatais nas suas regiões - ficam afinal perto de muitas escolas públicas. Apenas menos de 20 surgem como a única alternativa num raio de 15 quilómetros no mesmo concelho.
É em Lamego, Viseu, que fica a privada mais isolada do País - a escola básica e secundária mais perto fica a... 25 quilómetros. Já em Vila Praia de Âncora, Caminha, são apenas sete os metros que separam a Cooperativa de Ensino ANCORENSIS da Escola Básica do Vale do Âncora.
José Canavarro, ex-secretário de Estado da Educação, admite que "é preciso repensar a rede", criada há 30 anos quando a oferta pública era insuficiente e o Estado delegou no sector privado, através de contratos de associação, a educação das crianças dessas regiões. E lembra que, em alguns casos, mesmo existindo escolas públicas, estas possam não ter vagas para acolher mais alunos.
Estes colégios prestam "um serviço ao Estado", pelo que têm de ser "bem" tratados, defende o professor universitário. O que, critica, não tem sido feito pela tutela no processo de cortes dos financiamentos. "Há que dar tempo às escolas para se reconverterem em privadas ou encontrar outras soluções caso a caso", sugere.
O Ministério da Educação (ME) cortou, em Janeiro, o financiamento destas escolas de 114 mil euros para 90 mil euros por turma/ano. Verba que vai descer ainda dez mil euros no próximo ano lectivo. As direcções das escolas privadas, os pais e professores estão contra estes valores, considerando-os insuficientes para manter as escolas abertas.
Os protestos têm-se multiplicado (ver texto em baixo), mas o ME defende que os valores são equivalentes aos gastos pelas escolas públicas e que nenhum colégio terá de fechar por causa dos cortes. "Poderá haver ajustamentos de rede", admitiu a ministra Isabel Alçada, lembrando que a oferta privada tem de ser ajustada às actuais necessidades de ensino.»
Foi a informação que me deram. Cliquei no link e estava desactivado. Conformei umas duas vezes. Vou corrigir o post. Obrigado Ana.
ResponderEliminarPensei que ias falar do Barcelona e do Messi :)
ResponderEliminarNão sei se reparaste que, depois de seguir o link e de aparecer o título do artigo, ao clicar-se sobre ele é-se direcionado para uma página em branco que tem a seguinte inscrição, em várias línguas, no canto superior direito:
ResponderEliminar"click here to continue to article"
De facto, à primeira vista parece que não está lá mais nada.
Exacto Ana. Reparei nisso desta vez. Obrigado.
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ResponderEliminarViste bem aquele golo? Aquela jogada? E ainda ousam fazer comparações!
Ah, é verdade: Falcão marcou 5 golos. É um verdadeiro ponta de lança!
Fazes-me rir. Lembro-me sempre da Xaneca. O não sei quantos não joga porque tem x cartões amarelos. Mantinha-me a ouvir e nunca confessei que nem sabia do que falava. Ops: desta vez fi-lo :)
ResponderEliminarÓ Paulo, a Xaneca era uma fã de futebol! Eu sou fã mas do bom futebol. Portanto sou fâ do Barcelona ....e do Messi.
ResponderEliminarSe não viste a jogada, procura no youtube e vê que vale a pena.
bjo
Ah Ah Ah!
ResponderEliminarOk.
Rendido.
Bjo.
Desculpa.
ResponderEliminarOk. Desculpada.
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