domingo, 20 de julho de 2014

da tap ao caos na organização do país - são relvados, senhores!

 


 


 


 


Há umas semanas, e a propósito da municipalização do sistema escolar, fiz um post, que teve como título "A ideia em curso de municipalização é uma explicação para a bancarrota", que diz assim:


 


 


"Os últimos governos da direita, PSD/CDS, alteraram a lei orgânica do MEC. Durão Barroso eliminou 27 centros de área educativa (CAE´s) quando começavam a ter massa crítica e Passos Coelho extinguiu 5 Direcções Regionais de Educação (DRE´s), que deviam ter sido eliminadas em vez dos CAE´s,quando começavam a perceber a sua nova função. Tudo eliminado, eis que a mesma direita tem uma epifania de 180 graus e inventa um quadro orgânico com 308 agências municipais (sim, 308 porque nós somos uns 400 milhões; essa coisa dos 10 milhões e da quebra de natalidade é só para impressionar a malta dos fundos) depois de ter assinado centenas de contratos de autonomia com estruturas escolares inexistentes no sistema solar: os mega-agrupamentos. Só uma nota e uma conclusão: os governos de direita referidos iniciaram os seus mandatos com a divisão do território entregue ao mesmo incompreendido estratega, como exemplo para a importância que dão ao assunto: Miguel Relvas. A conclusão é óbvia: não estamos na bancarrota apenas por culpa dos outros."


 


 


Na última edição da revista do Expresso, a jornalista Clara Ferreira Alves sublinhou a seguinte passagem na sua "Pluma Caprichosa" com o título, veja-se lá, o "Perigo de voar na TAP": 


 


 



 


 


 


 

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