O texto de Carlos Fiolhais, hoje no Público, é bélico e destruidor para Nuno Crato.
O autor também confessa (fala em "fogo amigo", veja-se lá) o que já se sabia: é amigo de Crato e isso "obrigou-o" a um apoio inicial, nomeadamente nas políticas dirigidas ao não superior.
Fiolhais mudou de opinião, talvez condicionado pelos cortes a eito que Crato perpetrou no superior. Quando se sente na pele a injustiça, digamos assim, até se resvala para vocabulário que, nos outros, claro, seria exagerado. Talvez já nem Fiolhais consiga afirmar que Crato não está para além da troika e que não usou o empobrecimento para dar asas à sua ideologia.
No parágrafo seguinte lemos o pico da coisa: Carlos Fiolhais considera justo que se diga que Crato ficará como um "science killer". Quem diria.
Mas o Crato nunca mais cai? Nunca se viu nada assim. No tempo do Santana Lopes a santanete era vaiada por muito menos e o PR apontou-lhes a rua!
ResponderEliminarLá isso...
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