Que me lembre, a expressão "Paradigma perdido" tornou-se usual com Edgar Morin e com a crítica do afastamento do homem em relação à natureza; escrito assim para simplificar.
Quando tanto se fala no desnorte em relação à selecção das áreas para a reindustrialização (que raio de palavrão), parecia-me curial regressar ao paradigma de Morin donde nunca se deveria ter saído: a cadeia de abastecimento no sentido mais lato, considerando o homem em todas as suas dimensões; tenho ideia que, por esse caminho, não haveria tantas bolhas originadas pelos negócios financiados pela banca que produzem muito para além da cadeia referida e que parecem dirigir-se também a outros habitantes do sistema solar.
Sem aprofundar muito, «reindustrializar» ou reanimar a economia como, se as industrias são montadas nos países (tantos) de baixos salários, sem Estado Social e impostos baixos?
ResponderEliminarPor cá importamos aquela produção a baixos preços, aumenta o desemprego e arruínam-se as empresas que por cá ficaram: uma serpente de rabo na boca.
Lembrei-me do ovo da serpente de bergman que retrata o modo como a república de weimar caiu nos braços do nacional-socialismo.
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