Surpreende, relativamente, a negação da dita política de casos.
Foi o irrevogável Portas que custou milhões ao erário público, foram os concursos na Educação, o citius na justiça, a segurança social de P. Coelho e agora a lista VIP. Nem uma demissão política nesta escola que sempre acusou os adversários de assumirem candidaturas políticas e que mais não fez do que alimentar a partidocracia e as suas campanhas. Dirão que estão a acrescentar valor com a condição de laparão.
Cometem erros graves e depois querem que as pessoas os tolerem em nome da imagem do país, da suposta democracia ou das instituições, para continuarem a tratar dos empregos dos seus e sabe-se lá de mais o quê. É como disse o Antero a propósito dos Mirós: não somos parvovalue e a exigência dessa condição tem que ter limites.
Absolutamente. Era só o que faltava a aversão à política de casos ser a Bíblia da oposição como no antigamente.
ResponderEliminarQual é o único setor do Estado que funciona com uma notável eficácia (eficácia, não Justiça!!!)? As Finanças, a que eu chamo apropriadamente PIDE / DGCI. Porque é que o setor da saúde, da educação, da agricultura, da economia ou seja do que for não têm, nem de perto nem de longe, um nível de eficiência minimamente comparável à das Finanças??? Porque as Finanças servem para expoliar o cidadão enquanto os outro setores servem para satisfazer as corporações! Para expoliar o cidadão, para isso a máquina do Estado oleia-se e moderniza-se. Para enfrentar as corporações dos diversos setores, sejam setôres, licenciados em Medicina, meirinhos e outros que tais, aí a eficácia é zero!!
ResponderEliminarExactamente.
ResponderEliminarEnfim.
ResponderEliminar