Não está fácil para os professores. Com uma carreira delapidada e proletarizada, com uma avaliação kafkiana com cotas e vagas, com tempo de serviço por contar e desconsiderados no tratamento pandémico, não aderem a uma greve. O hábito de não adesão não é de agora, obviamente, mas em tão elevado número é um fenómeno recente que diz muito da grave crise do sindicalismo e das greves com calendários que nada dizem aos professores. O salve-se quem puder atinge todos e até parece incluir os membros dos governos. Mas com greves assim, saem todos a perder.
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Muito bem.
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