Havia uma plêiade de conselheiros governamentais que advogavam, sem fundamento (sem se conhecer os locais de contágio, sem se estudar cadeias de transmissão, sem se testar e desconsiderando os assintomáticos e os falsos negativos), as teses da "escola é segura" e do "está tudo a correr bem". Num ápice, passaram para o "vírus não pára nas paredes das escolas" e as escolas "são um covidário' e "potenciam a disseminação social do vírus". Mas quem seguiu as teses da "escola é segura" e do "está tudo a correr bem", repetidas à exaustão pelos "dirigentes escolares pela verdade", pelos "pais pela verdade", pelos "comentadores pela verdade" e pelos "professores pela verdade", prestou um péssimo serviço ao país.
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Nem mais.
ResponderEliminarAté cansa, Rui,
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