sexta-feira, 23 de setembro de 2022

A Inclusão É Um Dever do Gestor Educativo Público

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A inclusão é um dever do gestor educativo público e vai do professor a quem gere uma escola.


O professor deve incluir todos os alunos que lhe são atribuídos e o gestor escolar tem o mesmo dever em relação a todos os profissionais de uma escola.


O professor tem o dever de elevar todos os alunos de uma turma e o gestor escolar tem o dever de elevar a escola que gere com os profissionais que a constituem. Ambos, o professor e o gestor escolar, exercem uma função limitada no tempo.


Neste sentido, profissionais e alunos de uma escola devem ser colocados por concursos públicos. Os profissionais por graduação profissional e os alunos pelos critérios definidos na lei.


Uma escola só consegue um clima de inclusão quando inclui todos: alunos e profissionais da educação.

26 comentários:

  1. Se numa eventualidade da Existência de uma Monarquia Tradicional Portuguesa, não respeitando a carta constitucional de 1822, algumas valências da 3 República, tais como a educação, saúde, forças armadas, forças de autoridade com duas únicas forças que nasceram na Monarquia, controlo dos impostos e aduaneiros e Magistrados, situações que merecem uma evolução dos tempos e melhorias continua para satisfazer as necessidades do povo português.

    Se existisse monarquia caro amigo, gostaria de ter um responsável da educação com visão para o futuro, e não um conjunto de políticos de gestão de recursos humanos, que não sabem nada.

    João Felgar

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  2. Percebo, e partilho, a preferência da visão para o futuro, mas não me parece que justifique uma monarquia.

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  3. Eu não sei o dia da amanhã, e a minha ideia é voltarmos a uma Monarquia cumprindo as cortes de Lamego de 1143, é a minha ideia.

    Mas na República atual as visões desde há 48 anos, ainda não tiveram resultados, por isso falei para outro sistema, pode acontecer, eu ainda não adivinho o futuro.

    Mas tem muito boa visão para estes assuntos e não só como tb para parte da economia

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  4. Percebo a ideia. Ok. Obrigado. Mas o nosso candidato a rei é inspirador, é isso?

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  5. Fiquei sem palavras, pode ser inspirador a Rei , sim pode

    E porquê esta minha mania errática, perdi completamente a confiança na república e cada vez que leio sobre o passado, mais me identifico caro amigo Paulo.

    Não tenho o hábito de me mostrar para essa valência, tenho uma imagem de Alonso III, exatamente igual a um sobrinho, e não só. Ainda não pensei seriamente nessa sua sugestão. Apesar de que cumpro escrupulosamente certos direitos antigos.

    Prefiro ter pessoas com quem falar e não me mostrar quem sou eu, porque senão fica calado, talvez por respeito institucional, vamos falando Ok

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  6. Certo. Terei de estar mais atento ao nosso candidato para ver se percebo a tal inspiração. :)

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  7. Goze a vontade

    deixo lhe isto, e não lhe dou mais nada

    D. 0. M. Alberto VII Austriaco. Maximiliani II imp. F. Ferdinandi, nep. Archiduci. Austriæ. Burgundion. et. Felgar, nobiliss. Principi Piissimo. ac. fortisse. fundatori. pacis. Ob. Lusitaniam. prudentia. sua. dum, novandis. Rebus. studeret. in, fide. conservatum, Templum. Jani, in. Belgio, ad. xn. an. clusum. Bohemiam. Silesiam. Moraviam. ductu. ejus. el. auspiciis. in. potes, imperi. Rom. redactas, S.P.Q. Val. seren. pietatiq. E. D.

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  8. Algum humor não é gozar. :)) Mais logo vejo com mais detalhe o que me deixa.

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  9. Sabe amigo Paulo, quando descobri a minha verdade, estava sentado e cai da cadeira três vezes e eu não satisfeito foi tirar a limpo todos os outros pretendentes de França, Espanha, Portugal e Brasil, com a família Bourbon e Orleães. As 60 agências de genética que fui indagar, relativo a estes usurpadores que são caucasianos de origem a proveniência do norte da Turquia, Balcas, Azeibeijão e norte do Irão. Falo concretamente de Duartes Pios, Loules, Camaras, Bertrands, Louis XX, philipe vi de Espanha.

    É sabido que o ADN de D. Duarte Pio de já foi estudado quer em Espanha (Prof. Lorente no processo do Colombo) quer em Portugal (GenoMed/AGP) e que qualitativamente confirma a origem Caucasiana

    S. XV. Solimanus ob finiftrum asaltus fruce cellum in rabiem a&us. Jac Bolius Solimanus ob adversum hujus expedi & feq. tionis fucceffum spe in rabiem versa, Jacques de tam impotenti ira commovebatur, ut Borbon.

    S. XXIV. Magnus Magister in fuo Palatio a Turcarum Imperatore in . Salutatus. Fac. de Riduo post, nimirum in ipfo Nativita Bourbon.

    Dear Mr. Felgar,
    The male lineage of the House of Bourbon and the House of Braganza are not the same.
    João of Orléans-Braganza is not from a male Braganza lineage but from the House of Orleans (which is a male lineage of the House of Bourbon). Therefore, the male Braganza lineage was another Y-DNA profile than the male Bourbon lineage. We will happily answer any further questions you may have.
    6340 Baar

    This means that no non-paternity event happened along the three studied in-depth paternal lineages although some rumors that the branch of Bourbon Orleans would be illegitimate (more details in Supplementary Materials). Therefore, the genetic analysis of the three DNA donors in this study revealed the Y-chromosomal variant of the Bourbon lineage, including King Louis XIII, King Louis XIV and Louis, le Grand Dauphin (Figure 1).

    No paternal relationship was found between the living DNA donors and the donors of the blood sample of Louis XVI or the head of Henri IV. First, the Y-chr of the donor of the blood sample belongs to haplogroup G(xG1,G2) while the living Bourbon members belong to R-Z381*. Based on the time calibration of the Y-chromosomal phylogeny, the time of the most recent common ancestor (tMRCA) between individuals belonging to haplogroup G and R will be some 10 000 years ago

    Os Reis Portugueses vieram da Alemanha, da casa de Limburg e não da Turquia, e o ADN dos reis Portugueses de D. Afonso Henriques até João V meu 8 avõ paterno temos o mesmo ADN paterno U5b* ou U152 L2 e um dia destes irei arrumar a casa caro amigo, estou pensando devagar.

    João Felgar

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  10. A História de Portugal, contada por Mattoso e outros contemporâneos, mentem com todos os dentes e esta gente, na eventualidade da existência da monarquia, todos os livros destes ilustres personagens, vão para o lume. Escrevem livros, sem provarem rigorosamente nada.

    E não podemos transmitir aos nossos jovens, mentiras, estão a criar um Portugal, baseado em mentiras e um Portugal forte, precisa de conhecer a sua verdade. Em latim.

    Tivemos a casa de David desde Afonso Henriques este vocês todos conhecem até Pedro II de Portugal, judeus.
    O João V não casou com Mariana´s ou Ana´s da Austria
    João IV era infante Espanhol e foi rei da Bélgica, India, Inglaterra, França desde 1621 a 1640, foi rei de Portugal em 1656
    Luiz Vaz de Camoens, poeta Espanhol do tempo de Philippe IV de Espanha, estes eram os Lusitanos, os Lusitanos vieram de Conradus de Felgerum
    Não existiu nenhuma Restauração de 1 de Dezembro de 1640, então o João IV ia contra a sua família de sangue?

    Existem tantas inverdades e que os Historiadores Portugueses, alguns Senhores Coronéis que não procuram pela verdade, preferem dizer disparates e continuar a mentir. Esta gente ilustre na República, na Monarquia não entram, não.

    Eu questiono a estes ilustres Historiadores, um filho ia contra o seu pai, tios, por causa de uma terra pequena? Se ele já tinha Inglaterra, França e Bélgica como Rei.

    João Felgar

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  11. Ok. Força aí. Bem me parecia que o ADN de D. Duarte Pio tinha algo de tortuoso e pouco inspirador :))

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  12. Em regra, são as desavenças domésticas que causam as guerras.

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  13. Não caro amigo Paulo, o tio de João IV dava se muito bem entre os dois, eu até criei um Posts, " Meu 10 avô paterno, Joannem IV de Bragantiam foi rei de Portugal no ano 1656 e os Lusitanos são os Reys Espanhóis e da casa da Austria e São ambos Reis Judeus"

    Leia o que está dentro e tenho documentos do Estado Português que contam a versão deles, e para contrapor tenho registo da época relativo ao nascimento de João IV, 1604, no ano 1649 fez 45 anos celebrado pela Rainha, e nesse tempo era Reino Judaico.

    Depois em baixo tenho dois livros com a ausência da restauração que não ocorreu,

    Os Lusitanos não são os portugueses, são sim os que vem da Áustria, com Conrado de Felgerum

    Nos registos de latim mostra sem margem para qualquer dúvida que João IV é rei de Portugal em 1656

    João Felgar

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  14. As estórias da História, certo meu caro João?

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  15. As invenções das estórias que a República conta por ai, vamos a exemplos, porque ando cansado de falar, vou apresentar dados das nações Estados da altura

    Relativo aos Lusitanos vem da casa da Austria e de Espanha e a esta república inventam coisas com Mattosos e outros... Se eu tivesse poder, essa gente toda ela iam presos para o resto da vida.

    Quod pro securitate navigationis non tantú haberet armatas classes juxta Lusitaniæ substantias, verùm etiã fuppleret neceffarium ex Caftellæ viribus ; fed,è converso classes Castellæ muniebantur Lusitaniæ navibus;

    Poftquam verò per Maximilianum Friderici filium Austriacorurn crevit potentia primùm in Belgio, acquisitis per Mariam unicath Caroli Audacis Burgundionum Ducis filiam florentiffimis Belgicæ provinciis ; deinde in Hifpaniis per Philippum Maximiliani filium cum Joanna Caftellæ regina conjugio fociatum, mas gísque per Carolum I. Hifpan. Regem Ferdinandi morte Aragoniæ regnorúmque ab ea pendentium heredem'; in Germania verò per Bohemiam & Hungariam fub: Ferdinando I.& iterum per Lusitaniam fub Philippo II.

    Septima. Nec Henricum ultimum Lusitaniæ Regem ele giffe abfolutè in successorem Philippum II. Sed fi populus consentiat, nec illud facere potuiflet, etiamsi voluif set, cum uni jus adquisitum non pofsit adimi. Oltava. Poffediffe quidem Philippum II. Lusitaniam, sed armis subjugatam adeoque Lulitanos juste terris suis expuliffe Hispanos & recuperasse sua jura, non aliter, quam cum subita aquarum ftagnatione obrutus ager, cedente iterum domino suo aperitur. §. 24. 7. de Rer. divis.

    O Camões que dizem que é Português, dizem, mas não provam nada, inventam estórias

    LVSIADAS DE LVIS DE CAMOENS, PRINCIPE DE LOS POETAS DE .
    Luís de Camões · 1639
    TOMOS TERCERO I QVARTO Luís de Camões ... viendo que primero Deus quidem bone mortis venditor , quam ab illo de recibirle no se acusava de aquella ...
    LVSIADAS DE LVIS DE CAMOENS, PRINCIPE DE LOS POETAS DE ESPAÑA:
    AL REY N. S. FELIPE IV. EL GRANDE.

    Lusiada poema epico de Luis de Camoes principe dos poetas de ...
    1731
    LUSI A D A
    POEMA EPICO DE LUIS DE CAMOÈS PRINCIPE DOS POETAS DE ESPANHA,

    Com os Argumentos DE JOAO FRANCO BARRETTO,
    Illustrado com Varias, e Breves Notas , e com hum precedente Apparato do que lhe pertence, POR IGNACIO GARCEZ FERREIRA. Em NAPOLBS na Officina Parriniana MDCCXXXI.

    Temos outras coisas, como dizerem que o João V casou com a Ana da Austria e outros inventam que é com a Mariana da Austria, pois..

    Maria Mediceæ : tum Ludovicus XIV . cognomento Magnus , filius Ludovici XIII . & Annæ Austriacæ : qui obiit die 1. Septembris anno 1715. In Hifpania poft Philippum 111. vita functum anno 1621. regnarunt Philippus IV . ejus filius usque ..

    f. 9 4. “ Copia de la renunciacion de las herencias paterna y materna que hizo la Serma. Señora Reyna de España, Doña Mariana de Austria, á favor de sus hermanos el Sermo, Rey de Ungria y Bohemia, Ferdinando Francisco, y los Serenissimos Archiduques Leopoldo Ignacio, y Carlos Joseph, y de su tio el Sermo. Archiduque Leopoldo Guillermo, у en virtud y cumplimiento de lo capitulado en su cassamiento con el Rey nuestro Señor Don Phelipe IV.”

    pois, é assim esta república repleta de gente com uma capacidade inventiva que fico deverás impressionado e se eu não colocasse aqui nada, o amigo Paulo Prudêncio ficava com a verdade absoluta, mais uma grande mentira.

    João Felgar

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  16. Amigo Paulo Trilho Prudêncio, o seu sobrenome Prudêncio é originário de onde? já alguma pesquisou de onde veio? Será português ou da Lusitânia?

    Lusitano já lhe provei que não é português !!

    João Felgar

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  17. Verdade absoluta? Nada disso. É a História é uma construção.

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  18. Nunca pesquisei. Nasci em Moçambique, o Trilho é de Coimbra vindo de Espanha e o Prudêncio é de Leiria. Mais que isso não sei. O que sempre se espera é que o estudo das origens não sirva para dividir as pessoas como nos períodos mais trágicos da História Universal.

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  19. A História é uma construção de bases verdadeiras e não estórias de suposições, sem provarem nada. E eu escrevi para a Revista Militar falei com coronéis, capitães de fragata, major generais, apresentei-lhes os meus dados históricos com livros da época a contrariar completamente a versão destes senhores e as comemorações continuam

    E mais provei com ADN do Miguel filho bastardo a João VI e um coronel que define o editorial da revista militar é apoiante da mentira, e o amigo Paulo Prudêncio afirma, a História constrói se, com certeza com mentiras.

    E por ter gente Militar com opiniões de falsidade, leva a que um dia vamos ter portugueses contra portugueses, uns apoiarem turcos de nascimento e os outros dos legítimos reis que Fundaram este Portugal em 744.

    Os mesmos portugueses, no passado deu se a guerra dos liberais, portugueses contra portugueses que defendiam dois irmãos (Pedro e Miguel bastardos a sangue a João VI) de nascimento duvidoso e hoje prova se com Origem na Turquia com ADN R-Z381*, e pereceram 90 mil portugueses inocentes, eu não me esqueço disto.

    """""E só com o proposito de levar por diante a devastação que o Sr. Infante D. Miguel põe hoje em pratica todos os meios de reparar as suas perdas: rommettem-se horrores e c!epredações ; qlespovoam-se as Provincias ; authorisam-se os assassinios e rapinas; e o Sr. Infante D. Miguel sem esperança de victoria não deixa de assolar a terra, que ainda possue. Vossa Magestade Imperial tem dado a escolher aos que seguem o partido do usurpador, o perdão, ou o castigo. Com o Chefe d'esse parti- : do tem Vossa Magestade Imperial declarado que não transigirá jámais, por ser contra a Sua Honra, e contra a dignidade da Nação.

    Porém, Senhor, a Honra de Vossa Magestade, e a dignidade da Nação ainda requerem mais, e Vossa Magestade Imperial não pode deixar de ouvir as suas vozes, quando mesmo estas sejam contrarias ás do sangue.

    DECRETO. Tomando em consideração o Relatorio dos Ministros e Secretarios d'Eslado das differentes Repartições,' e Tendo ouvido o Conselho d'Estado: Hei por bem, em Nome da Rainha, Decretar o seguinte:

    Art. unico. () Infante D. Miguel, Usurpador da Coroa da Rainha, é pelo presente Decreto destituido, e exauthorado de todas as honras, prerogativas, privilegios, isempções, e regalias, que na qualidade, e pelo titulo d’lofante lhe pertenciam, e não poderá ser mais tratado, ou nomeado tal nestes Reinos. Os mesmos Ministros, e Secretarios d'Estado assim o tenham entendido, e façam executar. Palacio das Necessidades, em dezoito de Março de mil oitocentos e trinta e quatro. - D. PEDRO, Duque DE BRAGANÇA. - Joaquim Antonio d'Aguiar . - José da Silva Carvalho. Agostinho José Freire. — Francisco Simões Margiochi.""""


    Por isso que digo e reafirmo esses militares oficiais superiores, serão expulsos de Portugal e suas famílias por defenderem bastardos, é uma traição a Portugal, não tenha dúvidas caro amigo.

    Mas hoje estamos na república os oficiais pensem como quiserem, são livres como os pássaros

    Enviei para SIC registos e relativo à história de Portugal e aceitaram e até gozaram com a situação do Dom ter mencionado e responderam me via emissão relativo à igualdade das pessoas e gostei. Fez se justiça, temos que falar a verdade, não é com suposições que vamos construir a História, não.

    João Felgar

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  20. De Espanha aqui ao lado, Prudencio, de Leiria não é, não.

    Algunos eruditos dicen que el Enchiridion 6 Manual que escribió Prudencio no es el mismo que se lee en sus obras publicadas, atribuyendo este último á otro poeta español, llamado Ameno Prudencio. El P. Risco, en cambio, defiende con grande copia de razones que el Enchiridion 6 Dittocheo que conocemos es obra legitima del vate cesaraugustano. (España Sagrada, t. xxxi, pág. 79 á 82.)

    Prudencio escribió otras obras que no han llegado hasta nosotros: el Exameron ó comentario sobre lo que trae el Génesis desde la Creación del mundo hasta el pecado original; y el Invitatorio ó exhortación al martirio, en un todo distinto del Peristefa

    - El P. Chamillard niega que Prudencio ejecutase tales obras, así como también el Dittochaion. Otros eruditos, confundiendo la parte con el todo, atribuyen al vencedor de Simmaco algunos poemas perdidos, que no son, en realidad, más que fragmentos de la Hamartigenia y la Apoteosis. Trithemio menciona en su Catálogo varias Epistolas Prudentianas.

    Traducción de los himnos que hizo Aurelio Prudencio á los ilustrísimos Mártires San Lorenzo, San Vicente, Santa Engracia, San Lupercio y los demás innumerables que padecieron en la imperial ciudad de Zaragoza, con el nacimiento y patria del mismo Aurelio Prudencio, por Luis Diez de Aux, hijo de la mesma ciudad, á quien la dedica. Año (Escudo) 1619... En

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    Zaragoza, por Juan de Lanaja y Quartanet, Impresor del Reino de Aragón y de la Universidad.

    Las dos versiones que preceden son bastante literales.

    No he podido haber á las manos la siguiente, que anuncia el Catálogo de S. Pérez Junquera (1884):

    Psicomaquia, esto es, peleas de las virtudes y vicios. Obra escrita en verso latino por el poeta Marco Aurelio Prudencio, y traducida en romance heroyco por D. José Félix Cano. Palencia, 1794. — 4.°

    MAX FORTISSIMO. REY DE ESPAÑA Y DE LAS INDIAS; Ilas, y tierra firme del Mar Oceano.
    AL REY DON FELIPE III.
    deste nombre nuestro Señor."
    Par el Maestro Don Fray PryDENCIO DE SANDOVAL fu Coronista, Obispo de Pamplona.

    PRIMERA PARTE.
    Tratanse en esta primera parte los hechos desde el Año 1500. hasta elde 1538;

    Em Espanha os nomes de Prudêncio escrevem se no início, em Portugal, o Prudencio passa para o fim, pela lei da mulher que é assim regulado

    João Felgar

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  21. Obrigado pelos esclarecimentos. Escrevi com uma gralha: o que queria escrever é que a História é uma construção, e, claro, nem sempre verdadeira. Basta comparar factos históricos relatados por historiadores de países colonizadores com os relatados por historiadores de países colonizados.

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  22. Estive em Tete em 25 de Junho de 1975 nos festejos da independência de Moçambique. Integrava uma selecção de basquetebol.

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  23. O Carolo V era Imperator, nunca foi conde, o amigo é que foi Conde de Torres Vedras

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  24. Como disse que eu andava a falar com o Carolo V, fiz a associação consigo. Ok. Fui Conde de Torres Vedras sem dar por isso?

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