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Os professores não deviam protestar continuamente, dizia-me alguém do universo partidário. Concordei. As reivindicações dos professores já deviam estar há muito resolvidas pelo Parlamento e pelos governos, com o empenhamento da Presidência da República.
E partamos de dois factos inadmissíveis: um primeiro-ministro, no modo de justiceiro popular que sempre recusou, a acusar de roubo um acto de um assessor ministerial demitido por telefone e um presidente da República a arrasar pessoal e profissionalmente um ministro em funções. Conclusão: é natural que não se resolvam as questões essenciais da escola pública e dos seus professores.
Nota: publiquei este post depois da referida declaração do PM e actualizei-o depois da referida declaração do PR.
Muito bem respondido.
ResponderEliminarMuito obrigado, Manuela.
ResponderEliminarGoverno PS trauliteiro.
ResponderEliminarINCOMPETENTE.
Agarrados ao Poder.
Como não resolvem (6-6-23, etc.), então, a Luta continua.
E continuará!
Greves, todos os dias, dia inteiro, até às próximas eleições.
E depois disso! Força aí.
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