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segunda-feira, 7 de maio de 2018

“Sócrates urdiu uma teia de enganos. Mentiu, mentiu e tornou a mentir”

 


 


 


Desenvolvimentos de um processo de implosão:


 



Fernanda Câncio: “Sócrates urdiu uma teia de enganos. Mentiu, mentiu e tornou a mentir”


 


"O ex-primeiro-ministro “mentiu tanto e tão bem” que conseguiu que muita gente séria não só acreditasse nele como o defendesse, em privado e em público, aponta Fernanda Câncio, jornalista e ex-namorada de José Sócrates, num texto de opinião publicado esta segunda-feira no “Diário de Notícias”


 


José Sócrates “mentiu ao país, ao seu partido, aos correligionários, aos camaradas, aos amigos” e aos que tinha “mais próximos”, escreve Fernanda Câncio - jornalista com quem o primeiro-ministro socialista manteve uma relação próxima no passado -, num texto de opinião publicado esta segunda-feira no “Diário de Notícias”.(...)"



segunda-feira, 14 de abril de 2014

ganhos de eficiência?

 


 


 


 


Com os cortes a eito registados no sistema escolar é natural que as consequências negativas se evidenciem. É no mínimo sei lá o quê que David Justino veja ganhos de eficiência no que se está a passar, o que pode dar razão aos que defendem que há muito de ideológico nos cortes e que o peso político dos actores mainstream da Educação é nulo ou de soma negativa.


 


Santana Castilho é obvio e taxativo: "com a atual sangria de meios e recursos, tudo andará para trás".


 


Pode ler estas e outras opiniões no estudo que o DN classifica como Grande Investigação e onde se conclui que "120 mil crianças sofrem com falta de comida" ou que o "abandono escolar é preocupação sem rostos nem números". São inúmeros os "ganhos de eficiência" que escapam a leituras com um determinado tipo de lentes, obviamente.


 


O João Daniel Pereira digitalizou uma parte da edição impressa.


 


 




 


 


 


 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

li, reli, fui confirmar e estou estupefacto

 


 


 


 



 


 


O Expresso diz que hoje, e pela primeira vez desde 2009, os juros da dívida fecharam abaixo de 4%. Lembrei-me que há tempos fiz um post parecido também com base numa notícia do Expresso.


 


Fui à procura e encontrei o seguinte:


 



 


 


Esta repetição da primeira vez é um bocado sei lá o quê.


 


Repito o que escrevi no post sobre o assunto:


 


 


Os juros da dívida estão a baixar contra todo o argumentário de "bom aluno" do Governo. Afinal o manifesto não só se discutiu como passou as fronteiras e as diferenças "insanáveis" com a "oposição" continuam na ordem do dia. Nem as fugas de informação (ou, quiçá, a falta de pachorra de um SE das finanças com os cortes nos do costume - é bom recordar que já não é o Helder-Ultraliberal-para-os-outros-Rosalino) dentro do Governo desorientam os mercados. Querem ver que se aproxima algum calendário eleitoral, por cá e pela Europa, e nós não demos conta?


 


 


 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

é um motivo para fortes preocupações

 


 


 


Quando lemos um artigo de Valter Lemos e concordamos com a maioria dos argumentos, é um motivo para ficarmos preocupados. Há apenas uma evidência que me descansa: o "eduquês" que sempre critiquei (o inferno de má burocracia) nesse incansável inventor de inutilidades prolongou-se com o actual MEC e isso passa, naturalmente, ao lado do discurso do ex-SE.


 


 



 


 


 


"O ministro Crato pertence a um grupo de pessoas que passou diversos anos a perorar contra o que chamaram de “eduquês”, afirmando que os alunos aprendiam cada vez menos nas escolas e que, quer as políticas de educação, quer os programas de ensino, quer os métodos pedagógicos, quer as práticas dos professores, estavam erradas e eram “facilitistas”.


Os expoentes deste pensamento até escreveram livros sobre o assunto. Curiosamente nunca apresentaram qualquer estudo ou dados que sustentassem o que diziam, ou seja, apesar de defenderem uma educação com “maior rigor” (o que quer que isso seja) não mostraram muito rigor na defesa da sua tese. Limitaram-se a explorar os sentimentos de incerteza da classe média face à democratização do acesso à escola e a fazer acusações indiscriminadas a políticos, professores, psicólogos, sociólogos, etc., assentes, somente, em meros preconceitos sem qualquer sustentação minimamente séria.


O simplismo da abordagem e a sua filiação conservadora e neoliberal não deixou de conquistar alguns políticos, de tal forma que o grupo conseguiu chegar onde queria: ter um ministro da Educação.


A partir daí foram só más notícias. Em vez da propalada destruição do ministério da educação, começou a constatar-se a destruição da educação ela-mesma, numa política de terra queimada, onde, à semelhança das conquistas medievais, se destroem as estruturas, se violam as pessoas e se queimam os livros. Foi rompido o acordo social sobre a escola pública em Portugal, que começou a construir-se com a reforma Veiga Simão e atravessou praticamente todos os governos constitucionais, sem grandes distinções, quer liderados pelo PSD, quer pelo PS. E o desprezo pelos professores, que aquela abordagem sempre conteve, lá acabou finalmente por vir à tona.


A divulgação recente dos resultados do PISA 2012 veio mostrar, com dados seguros, não só o primarismo daquela abordagem, como a sua falsidade. Afinal enquanto o “anti-eduquês” vociferava que os alunos estavam a aprender menos, eles aprendiam mais. De 2000 a 2012 os resultados dos alunos portugueses no PISA melhoraram em todas as matérias testadas! Face a tais dados veio o ministro, ou algum dos seus correligionários, explicar porque é que os dados mostravam o contrário do que os próprios haviam dito durante vários anos? Vieram dar uma explicação aos que neles haviam acreditado?(...)"