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terça-feira, 20 de setembro de 2022

Será como nos anos 1930?

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"“Se nos mantivermos juntos, afundar-nos-emos juntos”: é assim que Tuomas Malinen, economista de uma consultora de macroeconomia com sede em Helsínquia, antevê uma União Europeia em rutura, sobretudo catapultada pela guerra. O professor, analista e economista nórdico garante que os próximos três ou quatro anos serão duros para os Estados europeus, que devem procurar individualmente as medidas que mais os protegem. Com a inflação galopante e a subida das taxas de juro devem seguir-se as falências em massa e só com força interna os Estados poderão amortecer os abalos, explica nesta entrevista ao Expresso.



domingo, 8 de março de 2020

Efeitos do Convid-19

As questões de saúde originadas pelo Convid-19 são mais preocupantes do que nos habituais surtos gripais. Depois, há os efeitos económicos, sociais e comunicacionais que, no limite, podem também provocar crises inesperadas. Para Portugal, que era o único país do ocidente com a crise bancária, decorrente do abalo financeiro de 2007, ainda não resolvida, entra agora numa crise no turismo que se afirmava como uma espécie de "petróleo". Esperemos que, pelos mais diversos motivos e, desde logo, pelas questões de saúde, a crise Convid-19 não se prolongue no tempo.

sábado, 21 de setembro de 2019

A Crise Mais Preocupante

 


A crise moral atingiu um qualquer pico e não é, obviamente, de agora. Os sinais não são recentes e essa crise, a mais preocupante, já se instalou em várias latitudes europeias e mundiais. Veremos quanto tempo mais Portugal consegue atenuar os seus efeitos.

domingo, 19 de novembro de 2017

"O Tejo está a morrer em Espanha"

 


 


 



"O Tejo está a morrer em Espanha. A seca é um mal menor. Os transvases anuais até aos 600 mil milhões de litros de água para regar os campos de Múrcia e a elevada contaminação são o mal maior. Se o rio morre onde nasce, não chegará onde desagua." 


 


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quarta-feira, 19 de março de 2014

ainda o bullying

 


 


 


Ligámos a televisão às 20h00 e escolhemos a RTP1. O alinhamento das notícias trouxe para o lugar cimeiro o bullying com o dom da ubiquidade e com tendência para crescer. Se é um facto que estes assuntos não escapam aos modismos da mediatização nem à intemporalidade, é também óbvio que o seu crescimento se acentue e generalize em tempos de empobrecimento e sobreaquecimento.