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quarta-feira, 19 de março de 2014

ainda o bullying

 


 


 


Ligámos a televisão às 20h00 e escolhemos a RTP1. O alinhamento das notícias trouxe para o lugar cimeiro o bullying com o dom da ubiquidade e com tendência para crescer. Se é um facto que estes assuntos não escapam aos modismos da mediatização nem à intemporalidade, é também óbvio que o seu crescimento se acentue e generalize em tempos de empobrecimento e sobreaquecimento.


 


 



 


 


 


 


 

quinta-feira, 7 de março de 2013

o crime compensa

 


 


 


E a agenda mediática inundou-se da seguinte publicidade que dá razão ao eterno "o crime compensa": a Standard & Poor´s melhorou perspectivas de Portugal e o Goldman Sachs aconselhou uns papéis que deram excelentes lucros.


 


E assim se vê quem manda mesmo no mundo.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

morte de judas

 


 



 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Tentarei não perder.


 


MORTE DE JUDAS de Paul Claudel 


Um espectáculo de Dinarte Branco, Luis Miguel Cintra e Cristina Reis


 


"Em fim de Março do ano passado o Teatro da Cornucópia levou à cena um espectáculo que não estava previsto na programação do ano: o monólogo MORTE DE JUDAS de Paul Claudel, interpretado por Dinarte Branco. Esse espectáculo, que se apresentou como um trabalho de Cristina Reis, Dinarte Branco e Luis Miguel Cintra,extremamente austero na sua concepção cénica, teve uma óptima recepção do público e deu a possibilidade a Dinarte Branco de realizar um trabalho de interpretação extraordinário. A versão da traição de Judas que o próprio Judas enforcado apresenta ao público, pouco canónica mas de um catolicismo exemplar, surpreendentemente tocou fundo o público que pôde assistir a essas representações.


Enquanto o Teatro da Cornucópia começa a ensaiar aquilo que será a sua primeira e mais ambiciosa produção de 2012, (FINGIDO E VERDADEIRO, a partir de LO FINGIDO VERDADERO de Lope de Vega), MORTE DE JUDAS volta à cena de 19 a 29 de Janeiro no Teatro do Bairro Alto para mais uma série de 10 representações."


 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

agenda e estratégia

 


 


 


 


 



 


(1ª edição em 24 de Setembro de 2010)


 


 


Plano estratégico (que deve incluir toda a parafernália de instrumentos de gestão, desde a diluição dos arcaicos conceitos de projecto educativo e plano de actividades, passando pelos eduqueses modelos de projectos curriculares e de regulamento interno), gestão por objectivos e agendas de reuniões são componentes indissociáveis numa organização que queira progredir. Noutro dia escrevi que é decisivo que na composição dos órgãos se considere a agenda. Respeitar o tempo das reuniões é também uma tarefa fundamental.


 


Atingir um objectivo de gestão implica executar decisões. A tomada de decisão tem três momentos (distribuídos por três reuniões, no mínimo): no primeiro, o presidente do órgão apresenta a proposta; no segundo, discute-se depois de ouvidos os diversos patamares da organização até à primeira linha; no terceiro, aprova-se a decisão a executar. Seguem-se a monitorização e as correcções.


 


A agenda de uma reunião constrói-se, numa combinação equilibrada para o tempo disponível, com pontos que se encontram nos três momentos: proposta, discussão e aprovação. A organização adquire rotinas profissionais e exigentes e consolida a sua cultura.


 


É inaceitável que no tempo da reunião se inclua a leitura de actas ou de informações diversas de decisões de outros órgãos. Sempre existiram formas expeditas de realizar essas tarefas fora do tempo da reunião e na sociedade da informação a facilidade está na escolha do processo de divulgação. A reunião pode terminar com um ponto dedicado a outros assuntos.