O Gustavo Bastos, da MEP e a quem agradeço, editou três vídeos com as minhas três intervenções no Seminário Pisa e Equidade de 16 de Dezembro de 2024.
O Gustavo Bastos, da MEP e a quem agradeço, editou três vídeos com as minhas três intervenções no Seminário Pisa e Equidade de 16 de Dezembro de 2024.
Estive, ontem, numa sessão online sobre o PISA, com a Cristina Mota da Missão Escola Pública e com a Isabel Leiria do Expresso. O vídeo tem duas sessões. Participei na primeira que é a que inicia o vídeo.
Seminário final do projeto “Equity&PISA - Equidade Educativa através do PISA:
Resultados e Discursos”, que será realizado em formato online, nas seguintes datas e horários:
16 de dezembro, às 14h: 1ª Sessão (Cristina Mota, Paulo Prudêncio e Isabel Leiria)
16 de dezembro, às 16h: 2ª Sessão (Luís Capucha, Vítor Teodoro e António Teodoro)
19 de dezembro, às 10h: 3ª Sessão (Maria de Lurdes Rodrigues, David Justino e João Costa)
A transmissão em direto será realizada em: https://www.youtube.com/@FPCEUPvideos
Documento em equitypisa-booklet.pdf
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Gostei de participar neste debate de ideias que se pautou pela busca da força argumentativa (painel, moderador e respectiva equipa, e público presente). Aliás, a atmosfera fez jus ao nome do espaço: Cidadania XXI. 2h30 de debate, 2 horas de viagem e 2 horas de trocas mais informais. As causas justas justificam estes pequenos esforços. Se não vê o vídeo, clique em continuar a ler que encontra-o.
Pode ver o vídeo promocional (45 segundos) da Tertúlia da Junqueira do dia 15 de Maio de 2023, às 19h00, no Vinyl em Lisboa. É um debate sobre educação. Mais informações no canal da Cidadania XXI no youtube e na página do Facebook (onde haverá uma transmissão em directo).
Nota: resido nas Caldas da Rainha e tem sido muito difícil aceitar idas a Lisboa para acções de professores, debates, estúdios e colóquios durante a semana. Desta vez, e como estas tertúlias são sempre à segunda-feira, conjugou-se com o facto de 15 de Maio ser feriado municipal onde resido.
A Cidadania XXI organiza, no dia 15 de Maio de 2023, 19h00, em Lisboa (Edifício Standard Eléctrica, Cafe Restaurante Bar Vinyl) e no âmbito das Tertúlias da Junqueira, um debate com o tema "Os desafios da escola pública em 2023". Aceitei o convite para um debate com Porfírio Silva e Cristina Matos, moderado por Carlos Alberto Gomes, e encontra mais informação na segunda imagem (se não a visualiza, clique em continuar a ler).
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A pandemia - e o que tem que mudar a pensar no futuro, obviamente - foi quase eliminada do debate e a educação também. Dá ideia que a educação é uma pandemia para a discussão política. O silêncio é a vacina.
Foi muito agradável. O sinal sonoro dificultou-me a audição das perguntas da moderadora (começava a responder com alguma incerteza e já mudei os auscultadores que, aliás, tinham dado sinal de desgaste no teste) e o sinal de internet de alguns participantes também dificultava a visualização. Resultados do confinamento e do uso massivo destes meios. Que se acelerem as vacinas.
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"Professores à beira de um ataque de nervos?"
"Quais são os prós e os contras do fecho das escolas durante o confinamento? E que respostas e desafios enfrentam os professores no ensino a distância? Um debate com Paulo Guinote, autor do livro «Quando as Escolas Fecharam» e os professores José Morgado e Paulo Prudêncio. A moderação é da jornalista Catarina Carvalho."
Vai ser interessante debater estes assuntos com o Paulo Guinote e com o José Morgado e com a moderação da jornalista Catarina Carvalho. "Quais são os prós e os contras do fecho das escolas durante o confinamento? E que respostas e desafios enfrentam os professores no ensino a distância? Um debate com Paulo Guinote, autor do livro «Quando as Escolas Fecharam» e os professores José Morgado e Paulo Prudêncio. A moderação é da jornalista Catarina Carvalho. O fecha/não fecha das escolas tornou-se um dos assuntos mais importantes desta pandemia. Polémico qb, abrangente sem dúvida. E não só em Portugal. Os prós e os contras do fecho das escolas, as aulas à distância, a pressão que isso coloca nos professores, pais e alunos é uma das principais linhas de discussão à volta das decisões de confinamento. Muito se tem falado dos alunos: como vão recuperar do tempo perdido, como resolver a situação dos mais desfavorecidos na escola? Neste debate, o foco está nas questões que poucas vezes se colocam: os bastidores do ensino. Que papel têm os professores, eixo central dessa nova vida de ensino a distância. Como se prepararam? O que falhou ou não no planeamento, ou na boa vontade que sobra. E para que ensino caminhamos se esta situação se eternizar?"
Pode ver aqui.
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"Professores à beira de um ataque de nervos?
Quais são os prós e os contras do fecho das escolas durante o confinamento? E que respostas e desafios enfrentam os professores no ensino a distância? Um debate com Paulo Guinote, autor do livro «Quando as Escolas Fecharam» e os professores José Morgado e Paulo Prudêncio. A moderação é da jornalista Catarina Carvalho.
Foto de António Curado
recolhida no facebook.
Este post é de 30 de Maio de 2013.
Está de parabéns a comissão de representantes do "Movimento em Defesa da Escola Pública no Oeste".
Se dúvidas havia, ficou claro que a não construção da escola pública, em 2005 e na zona da cidade das Caldas da Rainha onde se edificou um colégio da cooperativa GPS, se deveu a um problema de terrenos, para além de uma intenção ideológica no sentido da privatização do sistema escolar.
Também se confirmou que a sobrelotação da rede escolar se circunscrevia ao segundo ciclo e que a opção por uma escola com terceiro ciclo fundamentava-se no facto da "tipologia de escolas" ter abandonado o "modelo ciclo preparatório". A decisão política contrariou os estudos, a sensatez e a boa gestão do território e da coisa pública e permitiu a edificação de uma escola cooperativa, também com ensino secundário, pasme-se, que provocou um efeito sistémico que sublotou as escolas públicas, "duplicou" a despesa e originou as conhecidas injustiças nos profissionais de Educação do concelho.
Com os cortes curriculares em curso e com o número de turmas existentes, são suficientes as escolas edificadas anteriormente a 2005 para a frequência de todos os alunos do concelho. Se os cortes a eito (aumento de alunos por turma e de horários de professores, revisão curricular e mega-agrupamentos) criaram a injustiça dos horários zero nos professores portugueses, a situação descrita duplica a fatalidade para os professores que leccionam nas Caldas da Rainha.
Foi esta a conclusão do debate em que, com muito gosto, aceitei participar num agradável convite feito por pares e com excelente moderação de José Fontes. O auditório esteve lotado, a sessão prolongou-se para lá da uma da manhã e terminou com uma importante intervenção política de Santana Castilho.
Escrevi assim em 30 de Março de 2011:
Vi ontem um debate na TVI24, moderado por Constança Cunha e Sá, com a participação de Medeiros Ferreira, Santana Lopes e Fernando Rosas. Santana Lopes introduziu a avaliação de professores para condenar a oposição. Medeiros Ferreira foi taxativo: o problema estava no modelo. Uma coisa que nasce errada acaba por cair, mesmo que tarde e de forma errada. Fernando Rosas concordou.
A moderadora alegou com a cedência às corporações. Medeiros Ferreira voltou a ser taxativo: para além dos partidos e dos sindicatos, há outras forças na sociedade e não concordo que se possam classificar como negativas; pelo contrário, têm é de ser ouvidas. Medeiros Ferreira mostrou, mais uma vez, estar atento e informado.
"(...)A certa altura a jornalista pergunta a Bragança de Miranda se ele nunca quis ser artista. O entrevistado diz uma série de coisas sobre o seu percurso pessoal e profissional e termina assim: "Felizmente, veio a Revolução que acabou com todas essas ilusões." Porquê, diz a jornalista?: "Porque a Revolução era bem mais importante. E foi um momento fantástico que só quem o viveu pode verdadeiramente perceber. Quem não teve a sorte de ter vivido o 25 de Abril tem que se contentar com os mundiais de futebol."(...). Daqui.
Bragança de Miranda (BM) esteve no debate, ilustrado pela imagem, em 01 de Outubro de 2016, integrado no Folio de Óbidos. O amor pela liberdade foi a constante das suas intervenções. Quem assistiu, olha para a imagem, percebe a atmosfera, as diversas posições e até o referido sobre BM (é o do meio).

Na sequência do manifesto assinado por vários blogues, decidiu-se que todos os meses se debateria um assunto comum lançado a partir do blogue ComRegras. Este mês, o tema é "as férias escolares".
Confesso que o tema me motiva alguns destinos: Helsínquia, Oviedo, Bilbau, Porto, Chaves e mais uns quantos. Três ou quatro serão concretizados. Bem sei que vivemos no país da "escola transbordante", da "escola faz tudo", da "escola com insuportável caderno de encargos" e da sociedade ausente. Esta última continua a não saber o que fazer às crianças e aos tempos livres. Passa a vida a perorar com a ausência de espaço e tempo para brincar, mas só pensa em armazenar e institucionalizar e com uma agravante: estabelece um calendário escolar que aceita com dificuldade algumas características geográficas, e ignora outras, enquanto a mediatização impõe a comparação com o incomparável.
Outros contributos (em actualização):
Marisa Matias esteve muito bem no debate com Marcelo Rebelo de Sousa quando demonstrou que o candidato do PSD e do CDS tem todas as posições possíveis sobre um assunto, BES e Banif incluídos.