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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

raúl ruiz e proust

 


Sei que foi no Nimas numa sessão do início da tarde: a sala estava quase vazia, a exemplo da capital, e estávamos em Agosto: tempo quente e tudo muito calmo e sereno.



O meu fascínio pela obra literária de Marcel Proust leva-me a estas coisas: fico muito entusiasmado sempre que alguém se atreve a levar ao cinema um dos volume de "Em busca do tempo perdido" - a obra toda seria impensável -, e não resisto.



Raúl Ruiz (sim, com acento no u como se usa no Chile, mas também podia ser o afrancesado Raoul que ele não se importava), um chileno que vive em França e que é um dos realizadores preferidos do produtor Paulo Branco, levou à cena "o tempo redescoberto".



Um filme longo e que, pareceu-me, foi realizado a pensar nos apaixonados pela obra literária, onde se incluem o realizador e o produtor. Que seja. Foram umas horas fascinado pela atmosfera criada por Raúl Ruiz.



Encontrei um vídeo que retrata, em cerca de cinco minutos, meu caro leitor, o ambiente que deve ter inspirado uma boa parte do genial romance de Marcel Proust.

 

Ora clique. (Reedição. 1ª edição em 16 de Dezembro de 2007)