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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Os "Resistência" em Paris

 


 


 


Os "Resistência" vão estar em Paris numa das salas que foi alvo de acções terroristas. Devem tocar um dos temas com letra mais interessante. Ouvio-o de manhã numa rádio e guardei-o na memória para o resto do dia.


 



 

sábado, 1 de dezembro de 2012

quarta-feira, 15 de junho de 2011

nem tudo foram rosas


 


Os últimos seis anos revelaram inúmeros tiques totalitários. Haverá quem pense que estou a exagerar, mas a atenção aos factos, aos detalhes e ao conhecimento não se pode elidir. A formulação é simples: para um poder quase fascista (mesmo que em inconsciência) só uma resistência extrema. "(...)Foucault reconheceu, igualmente, que existe resistência onde o poder é exercido, caso contrário, seria um caso de obediência.(...)" Jardine (2007:147).


 


Os totalitarismos medram sempre no somatório de figuras menores, acobardadas e imaturas. Sei do modo como muitos bloggers foram intimidados. É um longo percurso de combate e de resistência que a história se encarregará de esclarecer. Foi por cá e não noutro mundo. É evidente que para os historiadores será fundamental o acesso às fontes e não sei se os bloggers estarão para isso. Talvez não queiram dar importância a quem não o merece e reconheçam que a democracia é uma construção diária e que os déspotas não se circunscrevem a nichos; não se importaram de custear o preço da liberdade. Pela minha pequena parte é simples: guardo com cuidado uma série de emails, mas jamais tomarei a iniciativa de os publicar; fiquem descansados e poupem as unhas, outrora aguçadas, ao efeito roedor.

terça-feira, 31 de maio de 2011

ponto de uma situação

 


 



 


 


 


Não serem sugados pelas forças institucionalizadas, tem sido um dos méritos de muitos bloggers.


E lembrei-me disto ao reler uma excelente entrevista ao filósofo José Gil na Pública. A páginas tantas responde assim: 


Pergunta: "Diz no seu livro Portugal, Medo de Existir que o espaço público deixou de existir e que foi substituído pela comunicação social. É esta que dita que o movimento se faça numa direcção ou noutra."


Resposta: "Acho que é cada vez mais isso. A comunicação social suga essas pequenas forças, que não estão ainda institucionalizadas."

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

internacionalização

 


 



 


 


Os professores portugueses não desistiram e prepararam-se para o que possa vir por aí. Dou conta, em primeira mão, dos contactos internacionais que a Isabel Silva estabeleceu em plenas férias. Vou colar o conteúdo do mail que recebi e as imagens fazem o resto.


 


"Olá Paulo!


Imagina que por terras dos árabes consegui uma coisa fantástica. Em conversa com o Zine al-Abidine Ben Ali, falei sobre a Educação no nosso país, sobretudo sobre mega- agrupamentos. Ele, simpatiquíssimo, autorizou-me a organizar uma mega- manifestação. Como tinha de ser mega, telefonou ao Muammar Abu Minyar al-Khadafi que mandou uma série de pessoal da Líbia e mais uns tantos camelos. Expliquei-lhe que era bom, sempre enchia o espaço, mas depois de tomar conhecimento de uns certos episódios de festas de Natal e jantares de início de ano cá do Onofre, até uma vaca mandou para encabeçar a manifestação.


Junto envio fotos do cartaz que diz " Abaixo os megas de Portugal! Não às mega-reuniões! Viva a gestão democrática!"


E tudo isto com o apoio de Ben Ali e de Khadafi. Um momento histórico.


Beijo."


 


 



 


 


 


Entretanto, pode conhecer a resposta do governo em:


 


Portugal deverá ter espiões militares no Líbano

sábado, 21 de agosto de 2010

em exercício

 


 


Estava indeciso em publicar agora este vídeo (cortesia do jovem professor Marco Santos), porque os registos confidênciais da resistência devem ser divulgados quando tudo estiver mesmo terminado. Mas que seja.


 


Os efeitos de imagens deste género têm as duas faces da moeda. Passam para os adversários conhecimentos sobre as tácticas utilizadas e, por outro lado, mobilizam docentes mais indecisos ou cépticos; e não sabemos o que o futuro nos reserva.


 


Para testar o comportamento de professores em momentos difíceis, a organização da juventude da resistência (OJR) organizou os exercícios que vai ver a seguir. Quem afirmou que tudo o que se passou se resumiu à geração de Abril, pode constatar que a coisa foi mais abrangente.