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Boas festas e um feliz 2018.
Sou um optimista. Um blogue com catorze anos de publicações diárias exige a conclusão. Apesar de inúmeras vozes inscreverem a crise ética das "sociedades ocidentais", há o dever de tentarmos um mundo melhor. Depois, existe o imperativo da escrita que me surpreende quando olho para os números dos caracteres registados. São duas explicações da não desistência.
Tenho ficado mais pelo blogue. Se a sua visita é de boa vontade, o post é também para si. O mesmo acontecerá no twitter ou facebook, onde, por contenção de procedimentos, tenho uma presença cada vez mais espaçada. Aliás, se falhar, por exemplo, as mensagens nos aniversários é simplesmente por isso. Mas o que importa, é que 2018 nos transporte para uma eternidade que se consolide na aventura de viver cada um dos dias.
Obrigado por passar por aqui.
Divirta-se e seja feliz em 2018.
Uso intensivamente computadores desde 1986: escrita, programação de bases de dados, construção de redes e de sítios na internet e por aí fora. O blogue caminha para 13 anos num registo diário e a partilha de textos noutras redes sociais já vai quase numa década. Se quando inaugurei o blogue reduzi a publicação de textos nos jornais, também os procedimentos fora do Correntes têm que ser bem administrados para manter a motivação. Como faço questão de ler e responder a todos os comentários aos meus textos, reduzi a participação fora do blogue. É apenas este o motivo de alguma desaceleração no facebook e da quase desistência do twitter.
Recordo que ter um blogue foi, para o mainstream e nos anos iniciais, sinal de "pessoa incómoda". Nos momentos mais quentes, os bloggers eram incomodados. Uma boa relação com o poder formal incluía dizer que não se lia blogues. Com as redes sociais, mais com o facebook, tudo foi mudando. Até os outrora "iletrados", e mesmo os utilizadores da caneta azul, passaram a postar e com páginas a duplicar ou triplicar. É uma longa história, cheia de peripécias, que um dia se contará; ou não. Mas só faltava que agora se queixassem do ritmo dos bloggers.
Mas no facebook não é seguido: faz como aquelas pessoas que pedem amizade sem qualquer amigo, nunca publicam e têm perfil de outro mundo :). São invisíveis e espreitam o mundo; socializam. Haja paciência.
Impressiona! Como é que os EUA elegeram este Presidente é a perplexidade mil vezes repetida.
Abril foi por acaso, mas fiz uma espera para que 25 fosse o primeiro dia. Gosto de ter um blogue - esses clássicos da publicação digital - e que o "Correntes (em busca do pensamento livre)" faça anos hoje. Mantenho o ritmo diário de publicação. Este é o post 9494 e partilhei alguns textos no twitter ou no facebook. 13 anos depois, agradeço mesmo pela atenção.

A menos que faça como aquelas pessoas que pedem amizade sem qualquer amigo - não tinham qualquer acção na rede - e de perfil irreconhecível ou de outro mundo :). Haja pachorra.

Em 2006 ou 2007, e mesmo depois disso, ter um blogue era, para o mainstream, sinal de "pessoa incómoda" com textos clandestinos. Nos momentos mais quentes, os bloggers eram incomodados. Uma boa relação com o poder formal incluía dizer que não se lia blogues. Com as redes sociais, mais com o facebook, tudo foi mudando. Até os outrora "iletrados", e mesmo os utilizadores da caneta azul, passaram a postar e com páginas a duplicar ou triplicar. É uma longa história, cheia de peripécias, que um dia se contará; ou não.
Ou seja: em 2007, e para facilitar as tais leituras, meti a fotografia no blogue e passei a assinar com o nome completo. Fiz o mesmo, mais tarde, no twitter e no facebook. Chegou agora o tempo de voltar a abreviar o nome para Paulo Prudêncio.
Quando comecei a usar a internet, por volta de 1994, apreciei o fenómeno e a sua universalidade, mas percebi que as inevitáveis redes sociais teriam muito de supérfluo e vacinei-me (aconteceu o mesmo com os jogos de computador uns anos antes e com as telenovelas televisivas na década anterior). O envolvimento na blogosfera docente "exigiu" a ligação ao twitter e ao facebook. Vejo utilidade nessa web 2.0 como complemento ao blogue, como um bom espaço de informação ou para comunicar com familiares ou amigos. Escolho estas alturas para me resumir à blogosfera e não farei ligações para as outras redes sociais.
Nos últimos dias apaguei posts inadvertidamente (por causa da aplicação para telemóveis) e alguns tinham sido partilhados por outros blogues. Também sucedeu o seguinte: encontro um assunto interessante noutro blogue ou site, faço um post com um comentário inicial e a respectiva ligação, temporizo a publicação para outra data e esqueço-me. Quando o reencontro está, por norma, desactualizado e, como aconteceu nestes dias, é publicado na versão rascunho e até com ligação automática para o twitter e facebook; peço desculpa. Está tudo resolvido e tudo farei para que não se repita.