sexta-feira, 10 de agosto de 2007

público e privado









Assisti, na imprensa escrita, nas rádios e nos canais de televisão, a uma inundação noticiosa sobre a batalha à volta do poder no maior banco privado português. Li coisas espantosas sobre as mordomias a que se "sujeitam" os mandantes da instituição: até o número de seguranças do anterior líder veio a lume: 40.

Parecia uma zanga de adolescentes retardados, motivada por desentendimentos na interpretação das regras do jogo do monopólio na versão sénior.

Mais eis que o incrível aconteceu: por incompetência, ou por outro motivo qualquer, o sistema informático, que sustentava uma assembleia de accionistas com enorme valor mediático, pifou. A sério: pifou. O verbo pifar foi conjugado por quem anunciou a tragédia.

Ai se fosse uma instituição pública.

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