Depois de uma mão cheia de oportunidades perdidas, a situação insustentável não tem fim decretado. A crise do poder democrático da escola vai fazendo o seu caminho e o descrédito dos agrupamentos a eito vai ter mais um pico de contestação.
Directores de escolas públicas unem-se contra "instabilidade criada pelo Governo"
"O encontro, que se vai realizar em Coimbra, funciona como uma demonstração de força, no imediato, mas também como um ensaio para a fusão formal das duas associações, num futuro próximo.(...)
(...) Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), sublinhou que a decisão de unir esforços surge “porque a situação se está a tornar insustentável”. (...) Pura e simplesmente não sabemos o que é o dia de amanhã", criticou, frisando que a opinião de quem dirige as escolas e conhece "de perto a sua realidade não é tida em conta".
Ambas as associações reclamam que antes da criação de novos agrupamentos de escolas sejam analisadas as vantagens e desvantagens dos já existentes, dos pontos de vista pedagógico e administrativo. Mostram-se também preocupadas(..) com a conflitualidade alegadamente criada pelo actual modelo de avaliação de desempenho dos professores. Contestam, ainda, a obrigatoriedade de recurso à Central de Compras, a partir de Janeiro, “e a carga burocrática que esse procedimento vai envolver”.
Ai agora... casa roubada... só que o roubo já tem barbas...
ResponderEliminarai deixaram-se papar pela milu, pisaram os vossos colegas a favor de uns euros e agora tocaram-vos no bolso e já doi, DÓI, NÃO DÓI? BEM FEITO!
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