segunda-feira, 4 de abril de 2011

a contramão e os escolhidos

 


 


Parece que um jornal estrangeiro escreveu que o chefe do governo de gestão anda a toda a velocidade em contramão na autoestrada e que se convence que os outros é que estão errados. Que raio: essa gente traçou-lhe bem o perfil.


 


Ao que me dizem, o primeiro-ministro afirmou há pouco que a avaliação de professores estava consensualizada e que entrava nas rotinas das escolas. E que ainda disse mais: que se for eleito que a repõe. O homem parece ser um estudo de caso; pelo menos perigoso é.

3 comentários:

  1. Fausto Viegas (Norte)4 de abril de 2011 às 22:36

    Não consigo ouvir o homem, carago.

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  2. É perigoso até algum tuga se irritar e lhe espetar com, sei lá, um taco de golfe pela cabeça abaixo!

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  3. O diagnóstico já foi feito, Sócrates , Passos, Portas e afins, “fazem parte do problema, não da solução”. ...

    Os Bancos também não ficam de fora!


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