quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ofertas de escola

 


 


 


Colocaram uma pessoa que está uns mil lugares atrás na lista graduada, porque consideraram a classificação académica em vez da classificação profissional, disse-me indignada uma jovem professora que continua desempregada. Não sabem o que estão a fazer?




Mas quando é que se põe uma qualquer ordem no estado de sítio em que se tornou o concurso de professores por oferta de escola?


 


DIAP abre processo-crime a concurso de professores

10 comentários:

  1. Se a "lesada" tivesse terminado com uma média superior, em vez de andar, como muitos, a arrastar-se e a acabar ocm médias sofríveis não andava agora com esse problema! Acho muito bem que se privilegie quem acaba com melhores notas, independentemente do tempo de (mau) serviço que anda a prestar há anos!

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  2. Não me parece que a questão seja essa. As listas graduadas, e de acordo com a lei, são estabelecidas pela classificação profissional. O que cada um de nós acha é, nestes casos, irrelevante. Conhecemos casos de quem tem boa classificação académica e fraco desempenho profissional e por aí fora.

    Exemplos destes apenas comprovam o estado de sítio legal em que vivemos e que se presta às situações mais duvidosas.

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  3. Claro. E que tal "a ordem alfabética"?
    E que tal"ter carta de condução e morar no concelho"?
    E que tal por "envio de fotografia?"

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  4. Este é o o país do "acho que é assim". Falimos e não aprendemos. Ninguém cumpre a lei e depois aparecem os que defendem o seu incumprimento se for mais a jeito dos seus. Ou então acham que cada um faz a lei que mais lhe interessa. Porca miséria!

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  5. Esta valvúrdia já chateia, carago. O comentador "paulo", que não o Paulo Prudêncio, acha "muito bem que se privilegie quem acaba com melhores notas, independentemente do tempo de (mau) serviço que anda a prestar há anos!" Coisa vonita e que um Homem do Norte não perceve patabina, carago.

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  6. Paulo, vê o "I"-international "P"- people! Do you undrstand?

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  7. A professora deve reclamar até às últimas consequências. Se o fizer, dá uma ajuda à democracia e a Inspecção-Geral atuará.

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  8. O paulo que não é Paulo, que tem pena de não ser o Paulo, acha bem, tudo o que o Paulo achar mal!

    Quanto ao critério 1º, parece que era a habilitação académica. Ou seja: alguém com um mestrado, por exemplo em Nutrição ou Astrologia, mas com 0 de tempo de serviço, está em 1º lugar.
    É tudo menos justo, parece-me!

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  9. Acho que para todas as futuras operações cirúrgicas que este paulo pequenino algum dia venha a fazer - o diabo seja cego, surdo e mudo - deve ser convocado um médico cirurgião que tenha saído da universidade no ano anterior com a melhor média do seu curso.

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  10. Boa!
    Boa não, óptima com p!

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