sexta-feira, 2 de novembro de 2012

43 mil milhões

 


 


 


Os números anuais da economia paralela em Portugal já vão em 43 mil milhões (mais de dez vezes do que os cortes anunciados no desespero da refundação) e os milhares de milhões na corrupção dos paraísos fiscais são mais elevados, muito mais, e incontáveis. Se a eliminação dos primeiros desvios depende também da acção comum (embora o destino das quantias não fique nos bolsos das classes baixas), os segundos não deviam escapar às organizações internacionais que nos controlam e financiam. A corrupção é a doença fatal da nossa sociedade e ponto final.


 


Não admira que, depois de todos os cortes que se verificaram, Portugal continue a derrapar para a bancarrota, com fortes suspeitas de um segundo resgate e com uma quebra significativa da actividade económica, e que a Europa esteja numa situação muito preocupante.


 


Não há luz "ao fundo do túnel", diz Stiglitz


 


"(...)Não é verdade que a Europa está próxima de superar a crise e sem mudanças na resposta não haverá “luz ao fundo do túnel”, adverte o economista norte-americano Joseph Stiglitz.(...)"

2 comentários:

  1. “Preocupa-me que a Europa e a Alemanha estejam a pôr em perigo o futuro de Espanha”.

    Não deixa de ser curioso que Stiglitz separe a Alemanha da Europa e ainda que se refira apenas ao perigoso futuro de Espanha.
    De facto, Portugal e Grécia já não têm qualquer soberania, quanto mais futuro!

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