terça-feira, 5 de março de 2013

nem queria acreditar

 


 


Recebi por email a referência a um vídeo que pretende promover o turismo em Portugal. Um vídeo oficial, digamos assim. Nem queria acreditar no modo como nos olhamos oficialmente e na imagem que queremos passar para quem nos visita. Lembrei-me do "canalizador polaco". São muitos os que dizem que a nossa bancarrota é, em primeiro lugar, moral e devem ter razão.


 


 


 


7 comentários:

  1. Cúm carago, parece um filme para totós...Fiquei enjoada de ver tanta tacha arreganhada. Que tristeza!
    Abraço

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  2. A cena do gigolo Daniel é especialmente repugnante.

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  3. É Maria. Vai em (de)cresecendo até aí Fernando: aí bate no fundo.

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  4. Vi este vídeo depois de ter sido mencionado num programa televisivo, creio que no último “Eixo do Mal”, e fiquei muito sensibilizada porque... “o melhor foi a Ana”. Claro! Uma Ana - GPS, uma Ana – dama de companhia, uma Ana – dançarina, uma Ana – bobo da festa, uma Ana – “everything”!

    O resto, enfim, o resto é apenas comida boa, camisas bem dobradinhas, umas em cima das outras, “greens” lindos com “caddy-masters” para todo o serviço , paizinhos com alma a ensinar surf à juventude, gestos amistosos, sorrisos inesquecíveis, tentativas de falar a língua de um estrangeiro ... e outras imbecilidades memoráveis que fazem qualquer um querer regressar.
    Portugal é isto: põe o mínimo que é no quanto que faz.

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  5. Publicidade enganosa:
    a) mostra um inexistente Portugal imaculado, verde, limpo, com esplanadas iatlianas (não, o Portugal real é magrebino; tem "esplanadas" de toldos rascas, com chapéus de sol ordinários, montadas em mobiliário plástico, fatalmente oferecido pela "Olá" e pelo Manuel Rui Azinhais Nabeiro)
    b) apenas usamos bicicleta de montanha, e ao fim de semana, embrulhados em acrílicos flourescentes, trepando escarpas para abater barrigas, mas o boneco sugere que as nossas meninas bonitas se deslocam em bicicleta urbana (... como se os portugueses fossem uns boçais e atrasados holandeses que ainda não descobriram o automóvel)
    c) promove a nossa cortesia e solicitude quando a mesma é quase sempre subserviência alimentada por um irremediável complexo de inferioridade.
    Mas, talvez ironicamente, mostre mesmo o que somos.

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  6. Talvez Lúcio. Só deve ser, aliás. Só pode. Pelo menos para quem teve as ideias.

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