terça-feira, 8 de julho de 2014

Querem ver que ainda acabamos como emergentes

 


 


 


 


Passava pelos órgãos de comunicação social e parei no terceiro com "receio" de estar a viver numa economia emergente sem dar por isso. A coisa conta-se com poucas linhas e imagens.


 


Anda por aí a OCDE e ouvi as conclusões de um jornalista da TSF seguidas de uns devaneios desse CEO e Guru da gestão que exerce funções de chefe do Governo que me deixaram com o sorriso igual ao da audição da última tirada de Passos Coelho: "estamos a criar uma sociedade de pleno emprego".


 


Parece que a OCDE anuncia um crescimento do PIB até 2020 por obra das reformas estruturais (essa expressão mágica que preenche os vazios das sinapses).


 


No Público é de 3,5%.


 


 



 


 


 


No Expresso subiu para 5,5%.


 


 



 


 


No Ionline atingiu 8,5%.


 


 




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Ainda passei no angolano SOL, mas desconheço as relações da família (Espíritos e) Santos com a OCDE (o jornal é mesmo bélico: fala em disparar o PIB). Nem me atrevi a passar pelo novel Observador de JMFernandes que era um fervoroso Lurditas D'Oiro até 2007, passando depois a um registo oposto e igualmente fervoroso. Enfim: o Observador pode ter o PIB 2020 com mais ou menos 20%.


 


Dos restantes nem é bom falar, claro.


 


A nossa desconhecida emergência medir-se-á em crescimento ou em desconfiança?


 


 


 


 


 

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