sábado, 7 de fevereiro de 2015

não há um proust, um joyce, um pessoa ou um kafka?

 


 


 


Ouço muitas vezes a expressão em título sem ser na interrogativa e surpreendo-me. É necessário um distanciamento temporal para uma qualquer conclusão do género. Contudo, e num exercício exorbitante, penso que Gonçalo M. Tavares entrará no cânone.


 


Os seus dois últimos livros chegaram hoje e prometem.


 


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