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sexta-feira, 8 de julho de 2022

Como Foi Possível Boris Johnson?!

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Repito a interrogação em título. Em posts anteriores não me saiu outra perplexidade. Claro que a democracia é mesmo assim. É, principalmente, governada por homens comuns e não por aqueles que se reconhece como os mais capazes. Mas, neste caso, deu no brexit e nalguma irresponsabilidade na guerra na Ucrânia. A imagem é da 1ª página do Expresso em 8 de Julho de 2022.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Um Mau Sinal aos Outros Alunos do Secundário

O Governo dá um mau sinal aos outros alunos do ensino secundário ao considerar que os "alunos do ensino profissional e artístico passam a ter acesso especial ao ensino superior. Governo cria via de acesso especial que se alarga também aos cursos de aprendizagem, de educação e formação para jovens e da rede de escolas do Turismo de Portugal." Para além disso, o tempo vai passando e percebe-se a incapacidade para se criar um acesso ao ensino superior mais saudável para os alunos que concluem o secundário regular. Imagine-se um aluno que quer escolher humanidades no 10º ano?


Nesta linha, os mentores do brexit favorecem os imigrantes doutorados em ciências e tecnologias e eliminam, por exemplo, os das humanidades como se pode ler nas novas regras para o visto de residência do Reino Unido: "(...) 7. For example, a university researcher in a STEM (science, technology, engineering, and mathematics) subject wishing to come to the UK on a salary of £22,000, (which is below the general minimum salary threshold), may still be able to enter the UK if they have a relevant PhD in a STEM subject. Likewise, a nurse wishing to come to the UK on a salary of £22,000 would still be able to enter the UK on the basis that the individual would be working in a shortage occupation, provided it continues to be designated in shortage by the MAC.(...)"


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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

"Território Neutro"

 


 


Diz o Expresso: "Brexit. Johnson encontra-se com primeiro-ministro irlandês em território “neutro”". Território neutro? É mais uma regressão o sublinhado para o "território". Aliás, e a exemplo de Trump, dá ideia que para muitas pessoas a gravidade destas figuras como chefes só será reconhecida quando existir uma guerra de grande escala. Será tarde, obviamente, como noutros momentos da história.


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Imagem de Niall Carson obtida no site do Expresso

segunda-feira, 29 de maio de 2017

no mínimo, é uma Europa diferente e com jogos perigosos

 


 


 


 


O Brexit e Trump mudaram a condição da Europa. Aumentaria a apreensão se a direita radical tivesse vencido em França.


Merkel é um bom barómetro. Está em campanha. Quando diz o que vai ler, está a dramatizar ou a tentar convencer as pessoas que se ausentou nos últimos anos?



"Num comício de campanha este domingo, a chanceler alemã sugeriu que aliança ocidental pós-II Guerra foi gravemente afetada pela vitória do Brexit e pela eleição de Donald Trump."



É, no mínimo, uma Europa diferente e com jogos perigosos.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

dos portugueses em Londres e do 25 de Abril

 


 


 


A Grã-Bretanha, talvez mais a Inglaterra, vai preparando a saída da União Europeia. Ao que percebo, os ingleses só querem aceitar emigrantes com formação superior que se destinarão, em regra, aos empregos que os britânicos rejeitam. Já se formam filas de espera para não perder o visto; e o emprego. E quais são as nacionalidades desses candidatos? Em primeiro lugar, portugueses e espanhóis. Ou seja, a geração mais escolarizada de sempre, com o financiamento da escola pública até ao superior ou com as altas propinas pagas pelas famílias no superior privado, tem este destino. Em Portugal, e a exemplo dos "camareros espanhóis", "só há" empregos com décadas de precário ou abaixo do salário mínimo mais mínimo da Europa do euro. Custa a engolir para quem festeja amanhã 43 anos do 25 de Abril.

sábado, 16 de julho de 2016

do sucesso escolar e do financiamento

 


 


 


 


O Governo criou um programa para o sucesso escolar (PSE) que as escolas devem operacionalizar. Para além do tradicional mais do mesmo que remete para a escola um caderno de encargos insuportável e ausenta a sociedade, o que mais obriga a umas beliscadelas é a existência de empresas que se dedicarão a elaborar os tais PSE´s. Leu bem. Empresarialização em modo outsourcing e desculpem os inglesismos para mais em tempo de brexit. Sim, é risível que programas com estas características tenham este trato. Isso reforça os argumentos de quem desconfia que, para além do temor justificado com a epidemia caciquista, a tal municipalização passa muito pela guloseima do aparelhismo com fundos estruturais. Como dizia um antigo pedagogo: tudo-está-ligado-a-tudo-nada-está-solto-de-nada.


 


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segunda-feira, 4 de julho de 2016

ainda o Brexit

 


 


 


 


"Não podemos reciclar uma saqueta de chá ou as crianças com menos de oito anos não podem estoirar balões", são dois exemplos de Boris Johnson na defesa do Brexit. Sem dúvida que a máquina de Bruxelas e Estrasburgo, com as suas benesses ilimitadas, não pode sequer acusar de invejosos os eurocépticos. Adensam-se as preocupações. É mais uma encruzilhada europeia que exige mais integração, muito mais humildade e que se olhe para os desenhos como o que se segue.


 


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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Da vitória do Brexit

 


 


 


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Parece consensual que com a vitória do Brexit nada será como dantes e que vivemos mais um momento histórico. Apesar da histórica titubeante adesão à Europa continental, a Inglaterra acabou a dirimir conflitos aterradores entre a França e a Alemanha. Deseja-se que a história não se repita. O Brexit é, desde logo e como representa a imagem acima, uma derrota de Cameron (o Brexit só foi possível com o apoio dos conservadores). Veremos como se desfragmenta o Reino Unido com as vontades europeístas da Irlanda e da Escócia. Mas não é só Cameron a perder. O euroviete supremo, "comandado" na última década pelo desastroso Barroso, acentuou as políticas austeritarista condenadas até pelo FMI e perdeu em toda a linha acompanhado pelos executivos alemão e francês e pela maioria do eurogrupo. As benesses ilimitadas dos eurocratas esgotaram-se. O défice democrático nas instituições europeias, a imposição de políticas não escrutinadas e a especulação financeira com carta branca são faces da derrota. O cartoon que se segue é uma boa imagem do egoísmo europeu assente no neoliberalismo das últimas três décadas.


 


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