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segunda-feira, 24 de março de 2014

a banca sempre em festa

 


 


 


A nova Instituição Financeira de Desenvolvimento, mais conhecida por Banco de Fomento, será um Banco Público sem balcões destinado a agilizar o acesso ao próximo quadro comunitário. Para além de ser questionável se esta função não podia ser exercida pela CGD, o que choca mais são os salários dos membros da Comissão Instaladora num período de cortes a eito. Tenho ideia que o contrato, que será considerado complexo e redigido por um grande escritório de advogados, terá uma cláusula, em letra "tamanho quatro", que garanta a marginalização em qualquer corte como consequência da atenção ao aparelho partidário respectivo.


 



 



 


 


 


 

terça-feira, 9 de abril de 2013

dos cortes nos salários

 


 


 


 


 


Alguns adeptos das actuais políticas do Estado mínimo invocam o liberalismo e Adam Smith para fundamentarem que a queda dos salários é uma consequência do empobrecimento da sociedade.


 


Era bom que remetessem para os "soldados" do Goldman Sachs a tese que indica a obrigatoriedade da queda dos salários para que o empobrecimento da sociedade possa ser sustido e mais tarde contrariado. A queda dos salários tem de ser acompanhada da queda dos lucros e das rendas e, naturalmente, por uma perigosa deflação.


 


Adam Smith via a queda dos salários como um decisão circunscrita às leis e à política e sem relação directa com o empobrecimento da sociedade. Se analisasse o que se passa em Portugal seria tão taxativo como Joseph Stiglitz: há uma transferência inédita de recursos financeiros das classes média e baixa para a banca desregulada e é esse radicalismo que provoca o empobrecimento. A queda dos salários está a provocar a subida dos lucros e a manutenção das rendas (estude-se a EDP ou as PPPs e por aí fora). Não será por acaso que os orientais adquirem rendas (no caso EDP os chineses traziam a lição bem estudada e conheciam o fundamental dos aparelhos partidários) e não se metem nos casinos das dívidas públicas como os investidores ocidentais.


 


 


 



 


 


Adam Smith (2010:171) em Riqueza das nações, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

cada vez percebo menos

 


 


 


As PPP´s continuam a delapidar sem dó o dinheiro dos contribuintes. Afinal o fim das SCUT não reduziam a despesa? Pelo que diz o Tribunal de Contas, os novos contratos não acautelaram os interesses do Estado e agravaram em 705 milhões de euros as contas. Ou seja, o TC constata e nada há a fazer? Só me ocorre uma interrogação: como e quando é que se põe fim a estes e outros saques?


 


Contratos paralelos nas estradas agravam despesa pública em 705 milhões

terça-feira, 18 de outubro de 2011

saques

 


Já escrevi vezes sem conta: a Goldman Sachs disfarçada apresentou um plano de privatizações para Portugal que continua no espírito da Goldman Saques. Ouça o que diz o presidente do nosso tribunal de contas.