Já são tantos os milhões de que se fala que temos dificuldade em racionalizar a coisa. E, às tantas, e como bem diz Noam Chomsky, a intenção é mesmo essa.
A notícia do DN diz ainda assim: "Há mais de 4500 pensionistas a receber mais de 4000 euros por mês. Em 2011 regista-se o valor mais alto de sempre com as reformas dos políticos. Estas e outras conclusões na edição impressa do DN."
Não sei como é que se põe de vez fim a este despautério. Um politólogo dizia um dia destes: "falta-nos experimentar políticos exigentes e eleitores exigentes". Para começar, não me parecia nada mal mudar de presidente e de governo. Provavelmente, seria mais eficiente do que mandar vir o FMI.
Se a opção tiver de ser o FMI, era bom que fosse na mesma com outros actores. Evita-se a contaminação nos dois sentidos. Caso contrário, Portugal pode entrar em estado de sítio para se libertar dos gananciosos que aprisionaram a democracia. Face oculta e BPN são duas faces da mesma moeda.
Escusam de fazer perguntas sobre este euros para reformas ao ministro das finanças porque ele vai responder que são amendoins e que é provável que tenha de fazer novo corte nos salários dos funcionário públicos.
Pode saber mais aqui.
LADRÕES!!!! TODOS!!!!
ResponderEliminarSão amendoins, sim, mas de ouro.
ResponderEliminarPara o orçamento têm peso de chumbo!
Concordo contigo: mudança de primeiro-ministro, PS no governo com o bloco a morder-lhe as canelas. Portanto, aumentar a votação no bloco! Eleger Alegre! PSD e Cavaco são só para piorar!
Concordo com o Paulo e com o Redes. É precisar pensar assim: eleger Alegre e correr com Sócrates e Cavaco!!!
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ResponderEliminarFoi uma breve referência, feita durante o discurso que rematou um almoço com cerca de 200 apoiantes em Santarém, mas também uma acusação acutilante.
Manuel Alegre recordou o caso das escutas a Belém, noticiado pelo PÚBLICO no Verão de 2009, e que dava conta de que a Presidência da República desconfiava estar a ser vigiada pelo Governo, para responsabilizar Cavaco Silva pelos acontecimentos.
“O Presidente da República nada disse, deixou correr, deixou pairar a ideia de que o Governo estava a espiar a Presidência da República”, começou por dizer, apontando depois que o caso “coincidiu com o aproximar das eleições, quando Manuela Ferreira Leite e outros dirigentes do PSD, falavam em asfixia democrática”.
Cavaco Silva foi o responsável, sublinhou Manuel Alegre, pela “quebra de imparcialidade e deslealdade institucional.” A assistência aplaudiu-o.
A questão que se põe é a da natureza dos descontos que esses senhores fizeram, uma vez que a CGA é um poço sem fundo para sacar o dinheiro dos funcionários públicos. Já o Estado, como qualquer mau patrão não põe lá a sua quota correspondente.
ResponderEliminarTambém. Bem observado.
ResponderEliminarCONCORDO. LARÁPIOS!!!!
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