segunda-feira, 4 de abril de 2011

lateralizar

 


 


 


Nos 36 anos de democracia os aparelhos partidários usaram o Estado para se transformarem em máquinas enquanto a organização administrativa do país se afundava em regime de traquitana. Os últimos 20 anos aceleraram a tendência com um financiamento ilimitado e multiforme associado ao aumento do poder comunicacional.


 


Os dois grandes partidos aprimoraram-se. Este PS, também por ter um chefe exímio na manipulação e que aparenta um conhecimento profundo do pato-bravismo-financiador, afundou-se numa espécie de conto de fadas e, bem mais grave, arrastou o país consigo.


 


Se olharmos para o desastre educativo, vemos a tendência deste PS para a lateralização dos votos. Perdeu a maioria absoluta e continua a oferecer votos de forma acelerada. Os últimos dias foram paradigmáticos. A derrota natural na avaliação de professores foi mal digerida em termos mediáticos e a desfaçatez vai empurrando eleitores para as laterais. Ao elegerem o chefe com a votação que se conhece, arriscam-se a um resultado nas próximas legislativas que fará com que o que resta caia na real.

7 comentários:

  1. ... recorda o nosso futebol de outrora -:)

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  2. ...a máquina está a gripar...

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  3. Não sei não...O povo tem memória curta...

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  4. Baralhou-me. Não é o tal povo que a que chamam de sábio?

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  5. Viva Francisco.

    Não tenho essa certeza.

    Todavia, devo confessar que me surpreendeu a pouca crença de muitos na democracia. Desde 2005 que vejo algumas concordâncias com políticas não democráticas que não esperava. Depois, existem as pragas do financiamento partidário, das benesses ilimitadas e por aí fora.

    Já lá vou ao teu blogue.

    Abraço para ti tb.

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  6. Fausto Viegas (Norte)27 de março de 2011 às 22:43

    Tachos, tachos e mais tachos em perigo, carago.

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