domingo, 22 de maio de 2011

impressões

 



 


Muitos dos investigadores, bloggers e por aí fora que defenderam a escala humana na gestão escolar, foram adversários dos mega-agrupamentos. Têm uma característica quase universal e comum aos defensores do contrário: não leccionam numa escola mega-agrupada, ou nem sequer leccionam, e não têm qualquer ideia sobre o modo de se estabelecer uma cultura organizacional nas grandes escalas; como sempre, só se responsabilizam pela epifania macro e desprezam o saber micro.


 


Dá ideia que essas opiniões revelam também uma oscilação cromática: se as rosas forem alaranjadas são recomendáveis.

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